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Nilson (Nil) Pereira

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domingo, 7 de janeiro de 2018

Devocional IPCarioca 28/12/2017 A Liberdade em Cristo (Gálatas 5:1)

O famoso reformador Martinho Lutero em um dos seus mais famosos livros "Nascido Escravo", afirmava que o ser humano tem duas opções: ou ser escravo de Cristo ou do pecado. Esta é considerada a melhor exegese bíblica sobre a condição existencial humana, embora exista outras interpretações.
Ao afirmar sobre a condição de escravidão em relação ao pecado, Lutero deixa um vasto leque de possibilidades. Alguns são escravos de suas próprias paixões, vivendo uma trajetória baseada no hedonismo, outros se submetem ao julgo do pecado alheio, como mulheres ou homens que submetem-se a uma vida subjugada em um relacionamento abusivo, por exemplo.
O fato é que, na condição de escravos do pecado, nossa identidade e particularidades são deformadas, ficamos irreconhecíveis, deixamos de ser semelhantes a Cristo, e não conseguimos mais desenvolver nossa personalidades de forma integral e autêntica.
O cerne do excelente livro "Personalidade centrada em Deus" do reverendo Wadislau Gomes, está no ensinamento de que o cristão deve forjar sua personalidade baseada nas Escrituras, pois só assim seremos semelhantes a Cristo e consequentemente nós mesmos.
Você pode estar se perguntando como ao ser escravos (nesta condição) de Cristo nós ganhamos autenticidade? Tanto a Teologia quanto a Ciência são unânimes ao afirmar que somos seres imitáveis e irrefreavelmente vamos imitar alguém ou algo.
Quando estamos sobre o julgo do pecado (o nosso ou o alheio) imitamos e somos deformados, pois nos tornamos semelhantes a eles. Quando nos tornamos escravos de Jesus nos tornamos semelhantes a Ele, e como Cristo é o Maravilhoso e Bom Deus, o nosso Criador, Ele nos molda semelhantes a Ele não baseado em uma opressão, mas em um Relacionamento entre Suas particularidades e nas nossas. Ele é o único Senhor que nos respeita.
Somos criados para parecer com Ele, e quando nos parecemos com outra coisa, nos deformamos, auto-violamos nossa condição vital. Para o nosso bem, oro para que eu eu e você nunca esqueçamos disso.
Por Nilson Pereira

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