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Lex Luthor e o que eu seria sem Jesus.

Por Nilson Pereira.  Primeiramente quero deixar claro que este texto é destinado a cristãos bíblicos e maduros que entend...

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Nilson de O. P. Pereira

Nilson de O. P. Pereira
Um Cristão vivendo para ser Bíblico, Missional, Pastor de Família e Professor Reformado nas Relações.

Verdadeiro Cristianismo:

Verdadeiro Cristianismo:

quinta-feira, 29 de setembro de 2016

Uma reflexão sobre I Coríntios 13!



Por Nilson Pereira.

Este é um dos capítulos mais famosos das Escrituras, mais especificamente, a primeira parte, até mesmo Renato Russo fez música baseada nesta. Realmente a primeira parte desse texto bíblico é linda e fundamental para nós no que discerne entender um dos atributos mais importantes como cristãos: o Amor. porém, é a conclusão dele é o que considero de mais importante contido neste texto.

Quando Paulo fala que, ao ser menino agia como menino e quando era homem agia como homem, ele quer discorrer sobre maturidade, e isso nos ensina que o verdadeiro propósito do amor é nos tornar maduros de forma integral, intelectualmente, emocionalmente, espiritualmente e até mesmo fisicamente. Não existe amor centrado em Cristo sem que os envolvidos alcancem maturidade.

 Entendendo que biblicamente o amor é um atributo complexo e completo que envolve mandamento, sentimento, pensamento e atitudes e que sem qualquer uma dessas características perde a identidade de amor bíblico, que deve estar em toda forma de relação humana, atributo que o apóstolo João vai dizer em suas cartas que definem o próprio Deus (I João 4:8).

  Através da descrição de amor, o apóstolo Paulo vai definir os 3 pilares da nossa vida cristã, no que considero ser o ápice do capítulo: a Fé,  a Esperança e o Amor. Entendo que são estes três pilares nos sustentam como discípulos bíblicos do Senhor. 

A Fé tem a ver com conhecer a Cristo, entendê-Lo e vivê-Lo em nós mesmos. A esperança tem a ver com o acreditar com todo o nosso entendimento de que Ele é Senhor de todas as coisas, e que a maior de Suas promessas, a saber, que reinaremos com Ele para todo o sempre, consiste em uma verdade imutável. É a esperança que nos faz resistir à todas as adversidades que enfrentamos nesta vida.

 Já o Amor, teologicamente falando, se define por relacionamento. Seja com Deus,  seja com  as pessoas. Deus (o Pai, o Filho e o Espírito ) é uma pessoa, não é uma ideia nem mesmo um conceito, um ser relacionável. Só vivemos para Cristo se nos relacionarmos com Deus. Todo nosso conhecimento e dedicação só prestam se forem para aprendermos a nos relacionarmos com Ele e com as pessoas, cujo o fruto é a Piedade Bíblica, afinal, o fim do conhecimento útil é a relação.  Por isso Paulo fala que Fé e a Esperança são menores perto do Amor. Porque nos relacionaremos entre nós e com Deus eternamente, nossa Fé e nossa Esperança serão completas e definitivamente saciadas ao estarmos eternamente com no nosso Deus, já o Amor será saciado constantemente na Eternidade, pois ela tem a ver com relacionamento total com Deus e com nossos irmãos. Que possamos viver para aprender isto sempre.

Se você entende que Deus pôs pessoas na sua vida, ame. Entenda o que é o amor, ame sem medidas. Ame em Cristo Jesus seu cônjuge, seus filhos, seus amigos, seus pais, seus irmãos, todos que puder. Ame como Ele nos amou. Ame sem medidas, ame como a Escritura define. Entendendo que o o propósito do amor é tornar tudo maduro. Cresça amando, a Deus e ao próximo. 

Graça e Paz! 




segunda-feira, 5 de setembro de 2016

Sola Scriptura, Misericórdia e Piedade Cristã!

Ouvistes que foi dito: Olho por olho, e dente por dente.
Eu, porém, vos digo que não resistais ao mau; mas, se qualquer te bater na face direita, oferece-lhe também a outra;
E, ao que quiser pleitear contigo, e tirar-te a túnica, larga-lhe também a capa;
E, se qualquer te obrigar a caminhar uma milha, vai com ele duas.
Dá a quem te pedir, e não te desvies daquele que quiser que lhe emprestes.
Ouvistes que foi dito: Amarás o teu próximo, e odiarás o teu inimigo.
Eu, porém, vos digo: Amai a vossos inimigos, bendizei os que vos maldizem, fazei bem aos que vos odeiam, e orai pelos que vos maltratam e vos perseguem; para que sejais filhos do vosso Pai que está nos céus;
Porque faz que o seu sol se levante sobre maus e bons, e a chuva desça sobre justos e injustos.
Pois, se amardes os que vos amam, que galardão tereis? Não fazem os publicanos também o mesmo?
E, se saudardes unicamente os vossos irmãos, que fazeis de mais? Não fazem os publicanos também assim?
Sede vós pois perfeitos, como é perfeito o vosso Pai que está nos céus.
Mateus 5:38-48




Por Nilson Pereira.

Esta semana andei relendo o mais que especial em minha vida, livro do Tim Keller ''Ego Transformado'' assim como comecei a olhar ''Ministérios de Misericórdia'', ouvi novamente uma mensagem sobre Romanos 1 pregada pelo meu pastor, canções como ''Deus onde estás'' do Palavrantiga, e a nova versão de ''Where's the love'' da banda americana Black Eyed Peas, além claro, de sempre receber uma enxurrada de informações via imprensa. Nisto desenvolvi este pequeno artigo. Hoje de manhã vi uma reportagem no Bom Dia Brasil sobre a intolerância cada vez maior dos europeus para com refugiados sírios. Primeiramente quero deixar claro que eu concordo totalmente com a desconfiança em torno deste bruto fluxo migratório, seja por conta dos terroristas infiltrados do ISIS, seja por conta do fato de que a Europa vive um declínio constante desde a Segunda Guerra Mundial, Eric Hobsbawm, famoso historiador, chegou a dizer que a Europa jamais voltará a ser a Europa de outrora novamente, que o mundo nunca mais voltaria a ser europeu, pois nações de outras regiões do mundo emergiriam e tomariam o lugar de destaque do pessoal do Velho Continente. Mas o foco do nosso assunto não é discutir a geopolítica europeia, nem do importante problema dos refugiados sírios. Eu quero falar sobre solidariedade cristã. Este assunto apenas despertou isso em mim. 

O verso 41 deste capítulo belíssimo de Mateus, que vai tratar do Sermão do Monte, fala de caminhar mais uma milha se necessário for por alguém, e o final do texto fala de amar os inimigos. Não é atoa que estas palavras do Mestre encerram o maior manual de como ser um genuíno discípulo bíblico do Senhor, justamente o Sermão do Monte citado anteriormente. 
Vivemos um tempo de muita verborragia ideológica, de muita contestação, um tempo que, com o avanço da internet, todo mundo pensa entender sobre tudo, todos precisam abraçar uma ideologia e defende-la com unhas e dentes, discutindo, debatendo, humilhando ou tentando realizar isto, ofendendo, perdendo relacionamentos preciosos em prol de estar certo. Tempos em que, por se multiplicar a iniquidade, o amor de muitos tem se esfriado, inclusive o de muitos de nós, discípulos do Senhor Jesus (Mateus 24:12-13). 

Costumo dizer que a internet é uma das ferramentas mais fascinante já criada pelos homens, mas exatamente por ser uma criação tão potente estabelecida por nossa raça, ela também expõe como nenhuma outra a Total Depravação da humanidade. Em todos os sentidos possíveis. O problema não está na internet, e sim na nossa condição de raça caída. 

Se as grandes marcas do Século XX (século no qual nasci e cresci o que tornou bem difícil perceber a transformação dele para o presente século) foram guerras e avanços tecnológicos, a grande marca do século XXI, a grande era pós-moderna, são os avanços (no sentido de seguir em frente, e não de evolução) ideológicos, onde as ideologias parecem pairar sobre o ar e obrigar a todos adotarem uma. Isto tem sido cruel no ambiente da Cristandade mundial. Muito de nossos irmãos tem misturado o que é Puro e Suficiente para nossa vida, a saber, o Evangelho, com diversos tipos de ideologias humanas, que muitas vezes fazem as denúncias corretas, porém, com soluções igualmente humanas, falhas, vingativas e decaídas, assim como a condição humana. 

Notamos uma geração de cristãos estranha, defendendo ideologias facínoras, opressoras, sendo rudes com o próximo e uns com os outros (Esquecendo-se de João 13:35), arrotando uma pseudo-santidade, mesmo sem entender o que isto significa biblicamente, e uma arrogância de conhecimento assustadora. Por mais forte que isso pareça, é a grande verdade: envergonham a Cristo, porque querem viver o Cristianismo a seu modo, de acordo com a mistura ideológica que se propuseram a viver, e não conforme as Escrituras Sagradas. Pessoas que usam a espada, ao invés de usar uma mente renovada e transformada pela Bíblia (João 18:10-11). 

Deixando claro que estou me referindo tanto os cristãos de direita, quanto os de esquerda (e sim, não acredito que isso seja possível, mas há os que se autodenominam assim), qualquer um de nós que misture qualquer cosmovisão humana ao cânone das Escrituras, em minha opinião, está fora Dela. Muitas destas ideologias denunciam muito bem, e isto fascina, atrai cristãos que tem sede de justiça, mas os cega para tudo o que há por de trás das mesmas, faz com que um dos atributos mais importantes para a vida cristã, a esperança, deixe de estar depositada na Bíblia, mas sim nestes sistemas ideológicos, sem que a pessoa perceba. E, como nada expõe o amor com tanta veracidade do que o cânone da Palavra de Deus, o amor destes esfria, fazendo com que pensem ser possível amar verdadeiramente numa mistura conflitantes de ideias, perigo este que os discípulos enfrentam desde o início do Cristianismo (Marcos 8:27-29; João 1:45-51). 
Está surgindo uma geração de cristãos que tem acesso à informação como nunca antes, porém, muitos por não estarem com suas mentes redimidas conforme direciona Romanos 12, são influenciados sem perceber por tudo o que é possível dentro de uma cosmovisão humana da vida (Gálatas 5:19-21). Vivem um evangelho misturado, que obviamente adultera o Verdadeiro Evangelho, e corrompe os 3 preceitos expostos pelo apóstolo Paulo em outro icônico capítulo das Escrituras, I Coríntios 13, a fé, a esperança e principalmente, o amor! 

Dentro do cânone das Escrituras, nós somos os que saímos prejudicados e glorificamos ao Deus Altíssimo, somos os que caminhamos mais de uma milha, oferecemos sim a outra face, damos a túnica e a capa, alguém cujo servir é o propósito principal, somos o que está descrito em I Coríntios 4 (altamente recomendável que você leia e medite sobre). Um cristão não precisa mostrar que está certo sempre, precisa refletir a Cristo Jesus. Ou o Cristianismo é tudo em nós, ou não somos cristãos bíblicos. Não existe meio termo, não existe uma segunda via. Somos sagazes como as serpentes sim, mas mansos como as pombas também (Mateus 10). 

Confessamos a Fé no Deus que se fez Servo, e que nos ordenou a fazer o mesmo, mesmo com todo o conhecimento que o Espírito Santo pode nos dar, se não for para servir onde estivermos e a quem for, não serve de nada. O cristão é aquele que sabe muito, mas usa isto para servir em amor lembrando que amar também significa repreender, nunca humilhar ou tentar destruir seu oponente, (ler Hebreus 12). Tudo o que fizermos deve levar a Cristo, nunca a nosso pseudo intelecto, nossas crenças ideológicas ou nossas capacidades, se não for assim, qual a diferença entre nós e um intelectual qualquer deste século? 

O cristão é como Jesus, não é um bobão, militante ou um hippie, é alguém que protesta sim, mas dentro de uma Cosmovisão exclusivamente Bíblica, e nunca numa redoma ideológica mundana. Irmãos, não se enganem, nenhuma outra cosmovisão pode ser pura se não a escrita por patriarcas, profetas e apóstolos no Cânone Bíblico. Muitos de nós temos medo de morrer, morrer fisicamente, morrer para o mundo, morrer para nosso ego. Só que é impossível viver o Evangelho sem morrer. (Lucas 9:23-25)

É impossível ser um discípulo bíblico do Senhor e não se solidarizar com mortes, fome, vítimas de guerra, e todo tipo de miséria que existe, ao mesmo tempo, entender que nenhuma solução humana e corrupta pode resolver nada. Nossa esperança habita Naquele que é Senhor de tudo e de todos! As Escrituras dizem tudo por nós, não precisamos de uma vírgula, ou de um ‘’mas’’, ‘’porém’’, ‘’entretanto’’. Que somos nós para acrescentar palavras em Jesus? Aquele que mandou amarmos até mesmo nossos inimigos! É através do conhecimento Bíblico que leva a Piedade que seremos Sal e Luz neste mundo caído, e que seja anátema qualquer outra tentativa! Ser piedoso nunca poderá significar ser esquerdopata, e ser crítico de ideologias humanas nunca poderá significar ser reaça, não para nós, isto significa ser bíblico! Que possamos aprender a diferenciar o que é demoníaco do que é necessidade humana, na qual devemos ser os primeiros a atender. 

Entendo que a pergunta mais importante para um genuíno discípulo bíblico de Jesus Cristo no século XXI é: O que estamos fazendo com nosso conhecimento bíblico e com todo o acesso a informação que temos hoje? Sejamos conhecedores da Palavra de Deus, e somente Dela, e que isso nos leve ao caminho da Piedade de Cristo sempre! 

Graça e Paz. 








terça-feira, 30 de agosto de 2016

Cosmovisão Bíblica!






Visite nossa fanpage, sobre a fundamental  para um verdadeiro discípulo de Cristo,Cosmovisão Bíblica:

https://www.facebook.com/cosmovisaobiblicarj/?fref=ts

domingo, 28 de agosto de 2016

Lex Luthor e o que eu seria sem Jesus.

Por Nilson Pereira. 






Primeiramente quero deixar claro que este texto é destinado a cristãos bíblicos e maduros que entendem a condição humana e a Redenção Salvífica, Transformadora e Maravilhosa do Senhor Jesus. Lembre-se de Mateus 7:3-5. Dito isto, vamos ao texto. 

 Sou meio avesso a vilões na ficção, se você conhece bem minha nerdice deve ter percebido isso, mas de Alexander ''Lex' Luthor  eu sempre gostei muito, talvez junto com o Dr. Doom, arqui-inimigo do Quarteto Fantástico, são os únicos vilões que gosto mais que os seus antagonistas, já que do Magneto gosto tão quanto os X-Men! Por vezes, Luthor transita entre ser um vilão e um anti-herói do universo da DC Comics, chegando a ser ao mesmo tempo um cientista, empresário de sucesso e até presidente da República. 

Segundo a Wikipedia, Lex Luthor é um supervilão fictício que aparece em histórias em quadrinhos publicadas pela editora americana DC Comics. Criado por Jerry Siegel e Joe Shuster, Lex Luthor apareceu pela primeira vez na Action Comics #23 (Abril de 1940) e desde então tem sido o arquiinimigo do Superman
O personagem é um poderoso bilionário, magnata, cientista, inventor, filantropo para a cidade de Metrópolis e uma das pessoas mais inteligentes do mundo. Uma figura pública carismática e bem conhecida, ele tem a intenção de livrar o mundo do super-herói alienígena Superman, que Lex Luthor vê como um obstáculo aos seus planos megalomaníacos e como uma ameaça à própria existência da humanidade. Como um supervilão de alto status, ele também entra em conflito com o Batman e outros super-heróis do Universo DC.
Lex Luthor tradicionalmente não tem superpoderes ou uma identidade secreta e, normalmente, aparece com uma cabeça careca. Ele usa periodicamente seu traje de guerra, uma armadura de batalha de alta tecnologia dando-lhe maior resistência, vôo, armamento avançado, entre outras capacidades. Lex Luthor é o proprietário de uma corporação chamada LexCorp, com Mercy Graves como sua assistente pessoal e guarda-costas. Luthor tem trabalhado com cuidado sua persona pública, a fim de evitar suspeitas e prisão. Ele é bem conhecido por sua filantropia, doando grandes somas de dinheiro para Metropolis ao longo dos anos, financiando parques, fundações e instituições de caridade. 
O personagem foi classificado em 4º na lista dos 100 Maiores Vilões de Histórias em Quadrinhos de Todos os Tempos da IGN  e como o 8º maior vilão pela Wizard em sua lista dos 100 Maiores Vilões de Toda os Tempos.[7] Ele também é descrito como um "mega-vilão" pelo crítico de quadrinhos Peter Sanderson, um dos poucos vilões da passagem do gênero cujas aventuras acontecem "em um mundo no qual as leis ordinárias da natureza são um pouco suspensas.





Gosto e  me identifico muito com o  perfil gênio líder (o Rei do Crime/Wilson Fisk e o Norman Osborn na época do Patriota de Ferro também se enquadram neste estereótipo) que o caracterizam, e agora que meu destino é ser cada vez mais careca, me identifico ainda mais com o Luthor. Minha identificação com o personagem da DC Comics vai muito além da aparência e da intelectualidade, me identifico com a personalidade dele também. 



Uma coisa que entendo ser profundamente bíblica é analisar a nós mesmos, todo o tempo, fazer disso nosso estilo de vida, antes de analisar qualquer outra coisa, e Lex Luthor mostra muito do que eu era e seria sem o Senhor Jesus na minha vida, um cara inteligente, manipulador, que até aparece com boas intenções, porém, com a máxima de Nicolau Maquiavel, '' o fim justifica os meios''. Entendo que esta experiência de usar o personagem de quadrinhos/cinema/tv para fazê-lo talvez seja tão saudável para mim quanto para você, caro leitor, mesmo porque, personagens, seja qual for suas etnias, nacionalidades, ou mesmo planetas, foram, são e sempre serão avatares de seres humanos. São criados para isso e só servem se for assim.  

Os personagens da Cultura Pop só funcionam de verdade quando nos fazem meditar, quando geram em nós identificação, dentro de uma Cosmovisão Cristã, eles podem sim ser úteis para nos lembrar coisas, de onde saímos, e para onde o Senhor nos leva, aspectos positivos e negativos de nossa personalidade. As Escrituras usam este exercício o tempo todo ao nos relatar casos reais de pessoas/personagens que lidaram com o Deus Altíssimo ao redor dos séculos.

Lex Luthor é um personagem cujo minha avaliação cosmovisiológica cristã me ensina muito sobre mim mesmo, onde preciso deixar as Escrituras me controlarem, me transformarem e aproveitarem de forma saudável os dons que o Senhor pôs em mim. Entendo que isso é extremamente saudável para nos ajudar a mudar e a seguir sendo transformados pela Graça do Deus Altíssimo através da Sua imaculada Palavra e da presença do Espírito Santo. 


Termino este singelo artigo meditando sobre a frase clássica de Martyn Lloyd Jones que inicia este artigo (ver a primeira imagem), todos nós somos ex-vilões nesta vida, remidos pelo único herói que existe: o Mestre Jesus Cristo. Quem não entende isso não pode ser um discípulo bíblico do Senhor, pois se quer sabe se analisar e nega o que as Escrituras dizem, sobretudo em Romanos capítulo 3, o mesmo Lloyd Jones tem um sermão espetacular sobre a vilania humana mediante o Altíssimo usando o mesmo capítulo citado, o que ele chamava de acrópole da fé cristã. Use as Escrituras e identifique o quanto antes o vilão que há em ti, deixe Jesus te tratar e o sirva acima de tudo pelo resto da vida! Nada pode ser melhor e maior que isso! 

Lembrando que o pior dos cristãos é aquele que não se enxerga e não se trata a Luz das Escrituras!




PS: Não gostei nada da decisão da Warner por escalar o Jesse Eisenberg para interpretá-lo no último filme (e pensar que Kevin Spacey já o fez no cinema em um panorama inverso, filme ruim, personagem bom). Suas melhores versões extra Comics são nos famosos desenhos animados da década de 1990 do Superman e da Liga da Justiça, não considero que Lex tenha sido adaptado bem nos cinemas ainda, talvez seja por isso que gosto do Megamente, a referência Luthor/Superman é a essência da animação da Dream Works,  só que o "Luthor" vira o herói no fim das contas,o que me faz gostar ainda mais.



Sola Scriptura!

Sola Scriptura!