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Lex Luthor e o que eu seria sem Jesus.

Por Nilson Pereira.  Primeiramente quero deixar claro que este texto é destinado a cristãos bíblicos e maduros que entend...

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Nilson de O. P. Pereira

Nilson de O. P. Pereira
Um Cristão vivendo para ser Bíblico, Missional, Pastor de Família e Professor Reformado nas Relações.

Verdadeiro Cristianismo:

Verdadeiro Cristianismo:

quarta-feira, 22 de maio de 2013

As origens do ensino de História no Brasil.




Por Nilson Pereira (com colaboração de Rejane Ramos Vieira). 

Primeiramente quero frisar que os primeiros registros de ensino de História no Brasil  ocorre no século XVII. Conforme este estudo  sobre a seguinte iniciativa do padre Antonio Maria Bonucci diz:


''O primeiro compêndio escolar de História utilizado no Brasil. Escrito pelo padre jesuíta, e professor do Colégio Jesuítico da Bahia, António Maria Bonucci (1651-1728) em fins do século XVII, o  Epítome Cronológico, Genealógico e Histórico foi impresso no ano de 1706 em  Lisboa. Sua publicação vinha atender uma necessidade advinda da implantação de cursos autônomos de História nos Colégios da Companhia de Jesus no Brasil.  A junção da história sacra e profana é uma característica presente nesse manual,  que se ocupa principalmente em contar a história sacra, a história da Igreja e a história das monarquias modernas.'' 



Porém, o objetivo deste texto é frisar a origem do ensino de História de forma institucionalizada, como escola. 


– Início do ensino de História como disciplina escolar no Brasil :

O ensino de História como disciplina surgiu na França no século XIX. No século oitocentista, aqui no Brasil, tem por característica ser inspirado intelectualmente no modelo de pensamento francês, as questões relacionadas à educação também não fogem a esta diretriz. 
O currículo escolar do Colégio Pedro II em 1838 foi o primeiro a adotar o ensino de História como disciplina. Foi caracterizado pela inserção do ensino de estudos históricos no currículo que abrangia as séries a partir do 6º ano.
O estudo era em manuais franceses, que além de valorizar a cultura francesa, tornando o ensino ainda mais elitista, centralizava a História da Europa ocidental como verdadeiro berço da civilização.  Deixava-se de lado inclusive o ensino da História do Brasil. Dividia-se a disciplina com o ensino de História Sagrada que possui o mesmo peso que a história da civilização, pois a meta das duas era a mesma, a de formar cidadãos dentro da moral e dos bons costumes.
O contexto histórico da inserção da disciplina de História ocorreu no período que se iniciava a aplicabilidade da educação laica em paralela com a que até aqui predominava, de cunho religioso, somente em 1931 haveria a laicidade do ensino nas escolas.
Em 1877 é incluído o ensino de História do Brasil no currículo do Colégio, a intenção era de constituir uma ideia de estado laico, ainda que sobre a tutela da Igreja Católica, idealizada para valorizar o modelo sacro e a figura dos grandes heróis, fatos e datas, como um apêndice da grande História da Civilização europeia.
No que diz respeito ao ensino secundário, vale ressaltar que além do Colégio Pedro II, que levava o nome do imperador  conhecido pela imagem de rei intelectualizado, foi criado Liceus de Ensinos Provinciais baseados no mesmo modelo, assim o ensino de História era dado por catedráticos do IHGB (Instituto de Histórico e Geográfico Brasileiro), mantendo a valorização dos grandes heróis, de guerras, dos reinados e dos aspectos políticos. A partir de 1937 o estudo da História Universal dá lugar ao das Grandes Civilizações (que abrangia as sociedades orientais, Greco-romanas, africanas, além das ocidentais).
A autora Arllete Medeiros Gasparello, diz em sua obra que no Colégio Pedro II em sua maioria, os professores eram estrangeiros, nomeados pelo Imperador, que também ouvia ao Reitor sobre as qualidades dos candidatos: o professor de História, Calógeras, era grego. Foram, também, inúmeros os clérigos de origem portuguesa, situação comum na época, como o primeiro reitor, o erudito Bispo de Anemúria. (GASPARELLO, 2002)


II - Ensino de História nas Universidades:

Em 1934 na Fundação da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da USP (Universidade de São Paulo), foi instituído o primeiro curso universitário de formação para professores de História, o que dá fim totalmente ao autodidatismo e marca uma perspectiva de alcance além das elites, influenciados por cientistas franceses da Escola dos Annales, cujo maior nome é o do historiador Fernand Braudel, que em 1935 vem residir no Brasil.

III - Formação de professores:

Em 1935 foram fundadas Escolas Normais para a formação de professores, porém, tal iniciativa não deu certo por falta de quórum de alunos, onde a autora Maria Lúcia Aranha vai chamar de ‘’retrato do descaso na formação, que mostra o descaso da sociedade com a educação’’(ARANHA, 2006)
Era costume nomear funcionários públicos sem concurso, devido à troca de apoio nos laços de família e dos favores que estimulam a prática de nepotismo e protecionismo.



IV - Referências bibliográficas:

ARANHA, Maria Lúcia de Arruda. História da Educação e da Pedagogia. 3 ed. São Paulo: Moderna, 2006.
Gasparello, Arlette Medeiros. O Colégio Pedro II e as Humanidades: A invenção do secundário.  Rio de Janeiro: ANPED, 2002.
NADAI, Elza. O ensino de história no Brasil: Trajetória e perspectiva. São Paulo: revista brasileira de História, set 92/ago 93.

quarta-feira, 15 de maio de 2013

Uma justa homenagem.

Por Nilson Pereira.

Ei, psiu, você mesmo, queria fazer uma homenagem a ti.

A você que acreditou em mim quando mais precisei. A você que zelou pela imagem, pela construção que o Altíssimo fez de mim quando tudo me virou as costas.

A você que preferiu me defender, me apoiar, a não me questionar, a me exortar no íntimo, porém, nunca deixou de me dizer o quanto sou importante, a reconhecer minhas qualidades, meu posicionamento dado por Deus na sua vida, minha integridade.

A você que tanto me amou, que por vezes tinha tudo para me deixar de lado, a ser ingrata, a falar de mim pelas costas, mas preferiu reconhecer cada palavra, cada minuto, cada gesto, cada investimento meu na sua vida, para quem quer que seja.

A você que sempre me amou, amou ao ponto de desejar se aproximar de novo, amou, orou, chorou, sorriu.

A você que me valorizou ao máximo, que é uma das pessoas mais gratas de que um dia tive conhecimento.

A você que é linda e me faz sorrir, a amiga mais bela, a irmã mais companheira, a gargalhada cujo faço tudo para sempre existir.

A você que me inspira para escrever, que espanta os males cantando comigo, que está presente nos grandes sonhos, de ensino até a viagem ao redor do mundo, doida para  entrarmos em contato com todas as culturas que existem.

A você cujo oro sempre, que extrai de mim os melhores ensinamentos e conselhos, ainda que nem sempre eu demonstre.

A você que  é mais que especial, que é sensacional. Que é um anjo cujo o Senhor me deu para me alegrar.

Irmã, amiga, discípula, ouvinte, sempre com um sorriso lindo e uma gargalhada meio escandalosa e gostosa de se ouvir!

Obrigado por tudo, Deus te usou para que eu estivesse de pé hoje. Serei grato a você eternamente, não importa onde eu esteja, sempre amarei você, Ágape e Philos nunca nos faltará!

Você me fez acreditar em mim e nos seres humanos no momento mais delicado da minha vida, por isso te dou eternamente meu coração, minha gratidão, e minha fidelidade. Morreria por você (Jo 15:13).

Este singelo texto é só para me expressar, só para te dar a honra que você merece. Deus abençoe você, que te dê o melhor Dele, você sempre está nas minhas preces.

Amo você! Deus abençoe!

Sola Scriptura!

Sola Scriptura!