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Lex Luthor e o que eu seria sem Jesus.

Por Nilson Pereira.  Primeiramente quero deixar claro que este texto é destinado a cristãos bíblicos e maduros que entend...

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Nilson (Nil) Pereira

Nilson (Nil) Pereira
Um Discípulo Professor vivendo para ser Bíblico e Missional, Pastor de Família e Escritor Amador.

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Uma História de Roma - Século I e II. A consolidação do Cristianismo.




Por Nilson Pereira.

Dando sequência a meu ímpeto de esclarecer os cristãos de sua própria História, assim como repartir conhecimento com colegas e admiradores da História, segue este texto caro a meu ser. Agradecimento especial a uma das melhores professoras que já tive na vida, Carol Fortes. Obrigado por tudo, se eu entendo e gosto tanto de Antiguidade devo isto a Bíblia e a você professora. Segue o texto: 

O período conhecido como Pax Romana, que compreende os séculos I e II d.c., tem por característica o fato dos imperadores, cônsules e magistrados possuírem uma espécie de controle político considerável sobre a chamada plebe urbana na cidade de Roma. 



A política do pão e circo era uma das razões mais fortes de sustentação deste período, que era chamada de ''paz romana'' exatamente pelo controle de conflitos civis na Cidade Eterna, característica tão presente por lá nos séculos anteriores. 




A política do pão e circo era caracterizada por uma época de grandes construções de templos, teatros, anfi-teatros, circos,  do Coliseu (local famoso por lutas entre gladiadores, das corridas de bigas e principalmente, pelo martírios de cristãos), bibliotecas públicas e etc. Estas medidas significavam entretenimento para o povo.   



Coliseu, um dos pontos turísticos mais famosas da História. Local da morte de muitos mártires cristãos, gladiadores, ex-escravos que eram obrigados a lutarem entre si e com animais ferozes. 




A ajuda do ''Estado'' era algo evidente na Roma antiga. Os subsídios de alimentos, a não obrigação de pagamento de impostos pelos cidadãos romanos (quem passava a ter a obrigatoriedade ao pagamentos dos mesmos erma os indivíduos das regiões conquistadas, o que explica, dentre outras questões, a existência do personagem ''publicano'' na Bíblia, judeus que trabalhavam cobrando impostos do povo na Judéia a serviço de Roma nos tempos de Jesus, o apóstolo Mateus era Levi, um publicano antes de converter, por exemplo, assim como Zaqueu) e a distribuição do butim, bens materiais distribuídos pelos grandes generais e suas tropas a população de Roma, a cada vez que estes obtinham grandes vitórias. O que faziam com que os generais se tornassem cada vez mais populares e venerados pelo povo de Roma, se destacando na relação entre governo e plebe. 




Os imperadores passam a ser adorados como deuses, não somente pela plebe, mas por toda a sociedade romana, na medida que a cultura sofre influencias dos povos orientais conquistados pelo exército romano. 







Um outro fator social a ser levado em consideração, é que, com a expansão, há uma considerável escassez de terras (pelo menos nas proximidades de Roma) o que desestimula a plebe no que discerne ao alistamento no exército, pois um dos principais motivos que levava um plebeu a incorporar o exército era o soldo, assim como as condecorações. Este fator faz om que o exército passe a aceitar o alistamento de cidadãos não romanos, sendo que estes como consequência passam a obter cidadania romana, independente de onde nasceram, o que não ocorria até então. Grande aquisição para os não romanos, pois dentro de uma sociedade baseada num complexo código de leis, que vai inclusive influenciar no sistema legal de toda a sociedade ocidental pós século XVIII, é fundamental ter este aparato legal. 




Os dois primeiros séculos depois de Cristo são decisivos para definir todos os acontecimentos históricos pertinentes a queda do império romano. No século seguinte, o III d.c., Roma não conseguiria mais suportar todos os problemas já evidenciados aqui, sobretudo o próprio inchaço territorial conquistado pelo império, o que como consequência faz com que subsídios, butins, soldos, a política de pão e circo e todos os alicerces que os governantes usaram nos dois primeiros séculos, entrassem em colapso. Os romanos enfrentariam sua pior crise, crise moral (uma vez que a corrupção, sempre presente, aumenta muito mais no século III), crise social, política e econômica. Neste cenário de caos civil, o Cristianismo parece ser cada vez mais a reposta correta para as aflições dos plebeus, afinal é o único estilo de vida que pregava uma vida eterna, um Rei incorruptível cujo os servos devem imitá-lo, e um sofrimento momentâneo que daria vez a uma eternidade ao lado do Deus Altíssimo. O império por mais que perseguisse, não podia mais conter o crescimento dos discípulos de Cristo Jesus. Quanto mais os matavam, mais cresciam em número e em coragem.

 A visão hierofânica da vida pregada pelos cristãos, apóstolos, mártires, discípulos de Jesus, era definitivamente  o sopro de vívido que os plebeus romanos precisavam para ter um significado.




Antes do século III, o Cristianismo viveu o período de perseguição mais grave em toda sua História primitiva. No governo de Nero (54-68 d.c.), os cristãos morreram de uma forma incomparável. 



Além de executar os principais líderes cristãos, como os apóstolos Paulo (67 d.c) e Pedro ( mais ou menos na mesma época), Nero é o imperador conhecido por incendiar a cidade de Roma e imputar a culpa do incêndio aos cristãos, o que aumentou consideravelmente o ódio dos romanos aos mesmos, aumentando ainda mais as perseguições.


Martírio do grande apóstolo Paulo, em 67 d.c.





Martírio do apóstolo Pedro em 67 d.c. 


Nero era conhecido por incendiar corpos de cristãos e usá-los como tochas me seu jardim pessoal. Conforme relata a pintura abaixo de  Henryk Siemiradzki, artista polonês do século XIX. 



Todos os imperadores  que precederam e que sucederam Nero perseguiram implacavelmente os cristãos convertidos em Roma, primeiro porque pregar uma Rei eterno com valores incorruptíveis vai de encontro com o modo de vida corrupto dos imperadores romanos, segundo que a negação de uma submissão cega por parte dos politizados cristãos, aparato político que os imperadores se valem desde o início do século I com o pão e  circo e com a pax romana, põe toda a organização política, e por consequência a social romana em risco. 

O Cristianismo se firma nos três primeiros séculos como um seríssimo obstáculo a estrutura política da elite romana. 



Bibliografias complementares:

Fox, John. O livro dos mártires. Rio de Janeiro: CPAD, 2001. 

Le Roux, Patrick. Império Romano. Porto Alegre: L&PM Pocket, 2010.

Rostovitzeff, Michael. História de Roma. Rio de Janeiro: Zahar, 2001.

Crouzet, Maurice. História geral das civilizações. Paris: PUF, 1971.


segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Tudo pela cruz!




''Mas agora em Cristo Jesus, vós, que antes estáveis longe, já pelo sangue de Cristo chegastes perto. Porque ele é a nossa paz, o qual de ambos os povos fez um; e, derrubando a parede de separação que estava no meio, Na sua carne desfez a inimizade, isto é, a lei dos mandamentos, que consistia em ordenanças, para criar em si mesmo dos dois um novo homem, fazendo a paz, E pela cruz reconciliar ambos com Deus em um corpo, matando com ela as inimizades. E, vindo, ele evangelizou a paz, a vós que estáveis longe, e aos que estavam perto; Porque por ele ambos temos acesso ao Pai em um mesmo Espírito. Assim que já não sois estrangeiros, nem forasteiros, mas concidadãos dos santos, e da família de Deus;'' Efésios 2:13-19

Por Nilson Pereira. 

O Cristianismo não é o estilo de vida de gente boa. Não é o estilo de vida dos melhores. Não é o estilo de vida de quem é ''limpo'', no sentido de ter tido uma vida inquestionável. 

O Cristianismo é o estilo de vida dos piores seres humanos que já pisaram na Terra. É a doutrina do amor do único ser perfeito que saiu da humanidade corrupta, mas que amou o mundo de tal maneira que deu sua vida poderosa, majestosa, Divina, e inalcançável a nenhum humano, tudo por amor. (João 3:16)

Sim, o Cristianismo é o momento da cruz, todo dia, a todo o momento. O Cristianismo é feito de dor, de entrega, da negação, da luz conquistada com esforço. Não um esforço meramente humano, mas o esforço de derramamento de sangue Daquele que era o único que jamais merecia ter sangrado. 

Eu não aprendi isso agora, mas aprendi agora o quanto esquecemos como cristãos da cruz. O quanto esquecemos quem realmente somos sem ela, o que somos capazes de fazer. 

Caímos na asneira quase sempre de achar que somos algo sem a cruz. Que somos ''ex'' alguma coisa sem a bendita cruz. Que as benevolências, qualidades, dons, atitudes, provém de nós. Acreditamos que o Cristianismo está em nós, não na cruz. 

Achamos que há algum mérito em nós. Achamos que a consequência se tornou a causa. Negamos a nós mesmos no sentido contrário da negação que Aquele que tornou a cruz real e possível ensinou em Lucas 9:23. Negar-se que Ele nos ensina ali é justamente negar o que você é desde o nascimento, não mentir para si mesmo dizendo para você mesmo que nunca foi. Negar cristocentricamente é dar poder aquele que a cruz fez nascer, e negar todo o tempo aquele que nasceu sem a cruz. 

'' Há uma guerra incessante  acontecendo na vida de todos.  Não é a batalha da lei versus a graça. Esta já foi ganha por Jesus na cruz. É sim  a guerra do Espírito versus carne.'' Pr. Márcio Longo 


''Digo, porém: Andai em Espírito, e não cumprireis a concupiscência da carne. Porque a carne cobiça contra o Espírito, e o Espírito contra a carne; e estes opõem-se um ao outro, para que não façais o que quereis. Mas, se sois guiados pelo Espírito, não estais debaixo da lei. Porque as obras da carne são manifestas, as quais são: adultério, prostituição, impureza, lascívia, Idolatria, feitiçaria, inimizades, porfias, emulações, iras, pelejas, dissensões, heresias,Invejas, homicídios, bebedices, glutonarias, e coisas semelhantes a estas, acerca das quais vos declaro, como já antes vos disse, que os que cometem tais coisas não herdarão o reino de Deus. Mas o fruto do Espírito é: amor, gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança. Contra estas coisas não há lei. E os que são de Cristo crucificaram a carne com as suas paixões e concupiscências. Se vivemos em Espírito, andemos também em Espírito. Não sejamos cobiçosos de vanglórias, irritando-nos uns aos outros, invejando-nos uns aos outros.'' Gálatas 5:16-26

O cristão é o único ser capaz de mudar completamente, mas não por causa de si mesmo, mas sim por causa da CRUZ.  Pela e somente pela cruz, o cristão é tudo o que o Apóstolo Paulo, ele mesmo que por duas vezes nas Escrituras se chamou de pior dos pecadores (1 Tm 1:15-16) descreve em Romanos 8:1-17

Ah se não fosse aquela cruz. Não todas as cruzes, mas uma única cruz. A cruz que matou o único que é digno de tudo. Aquela cruz era para mim, mas Ele me amou a tal ponto que foi por mim para aquela cruz. 

Sei que esta história parece um clichê para muitos, porém, para mim ela é vida, é a minha vida. Se sou ou faço qualquer coisa boa, é porque minha vida foi decidida naquela cruz. Foi obtida por lá. Certamente sem aquela cruz eu não nasceria, nem da primeira vez, muito menos da segunda. João 3:3-21

Somente eu e o Altíssimo Criador de tudo o que existe sabemos que eu sou. O que eu sou na cruz, e o que sou sem ela. 

Toda vez que eu me esqueço de quem sou com e sem a cruz eu a anulo. Sinceramente não quero viver se for para anular a cruz. O maior gesto de gentileza e amor que já fizeram por mim, e por toda a História humana, meu objeto de estudo. Não quero viver se for para anular o sacrifício da cruz. Como diria o velho cântico:

''Sim eu amo a mensagem da cruz, até morrer eu a vou proclamar.'' 

A cruz é a justiça apagando as injustiças, a cruz é a vitória dos perdedores, a riqueza dos miseráveis, a transformação dos imutáveis. A cruz é o ÚNICO CAMINHO, é a maior expressão de intelectualidade e sabedoria. Nada nunca vai superar a cruz, nada nunca irá justificar nada, a não ser a cruz. A cruz é a borracha que apaga o atestado de óbito. A cruz é a certidão de nascimento dos que nela creem, e dos que mereciam ter sangrado até a  morte nela, mas que nascem de novo do sangue Daquele que o derramou na cruz. 


Obrigado Deus pela cruz, a única e verdadeira prova de que eu posso! Obrigado Senhor porque a cruz não  faz com que eu me sinta melhor, pelo contrário, ela me constrange de uma forma por mim  nunca imaginada (2 Co 5:14), ela me faz chorar igual a uma criança, ela me torna sábio feito um ancião intelectual e cientista. Obrigado Senhor porque a cruz foi a única saída do inferno, porque a cruz é a restauradora da minha vida. 

Deus Altíssimo, obrigado porque não há nada mais democrático do que a cruz, ninguém é rico ou pobre diante dela, ninguém é inteligente ou estúpido diante dela, ninguém é belo ou feio diante dela, ninguém é algo diante da cruz. Deus, obrigado porque a cruz é o conforto para o desesperado, é a razão de existir para o suicida. Nada prevalece diante da cruz, e nada tem méritos diante dela. A cruz iguala os seres humanos, em todos os tempos, em todas as formas.

Eu sempre fui lixo, mas a cruz me faz ser pedra preciosa. A cruz me lembra o tempo todo que sem ela eu sou lixo, mas com ela sou pedra preciosa. 

Citando novamente uma canção, desta vez da banda Hillsong, ''Eu NUNCA saberei quanto custou o preço de quem eu sou naquela cruz.'' (1 Co 6:20; Cl 1:20; 1 Tm 2:6) 

Minha oração é que nunca nos esqueçamos, nem por um minuto, da cruz e do que ela é para nós. Que isto comece por mim, que me esqueço dela diversas vezes. Que minha vida, minha reputação, minha impaciência, tudo mesmo, seja submetida a cruz. Que a cruz se faça presente diante de minha face enquanto eu viver. 

E que eu olhe bem para a cruz, não para todas as cruzes, mas para aquela cruz. Porque ela  deveria estar comigo, mas está vazia. Porque o sangue Daquele que ali morreu por mim, é o sangue da vida eterna. E não há méritos meus nenhum nisso. Basta eu ter fé, basta a amazing grace, a graça maravilhosa da cruz ser o início de tudo o que eu sou e serei. Que a cruz para sempre me constranja, e me fortaleça. 


Publicamente eu reconheço a cruz, e vivo por ela. Em nome do meu Senhor, amém. 



Indicação:

Além de todos os livros canônicos citados, a canção '' Quebrantado'' do grupo Vinetard. 






quarta-feira, 23 de janeiro de 2013



segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Cristianismo e Intelectualidade: ''Uma fé que pensa e uma razão que crê''.






Crer também é pensar. John R. W. Stott 




''Ao contrário do que se pode pensar, a fé não desconhece as razões do coração. Ao mesmo tempo, ninguém quer um cristianismo intelectual e frio. Em meio a uma sociedade e igrejas saturadas pelo emocionalismo e pela autoajuda, Crer É Também Pensar mostra, à luz das Escrituras, como relacionar a adoração, a evangelização, o serviço — enfim, a vida cristã — com a capacidade de pensar.''

Por Nilson Pereira. 


Este é o título de um dos livros de John Stott, uma referência para mim e para os demais cristãos que foram chamados para ser intelectuais consagrados a fé em Cristo. Selecionei algumas frases de autores variados que relatam a relação fundamental entre razão e fé, uma relação que direciona que tipo de cristão se é, e mais do que isso, a qualidade da sua vida com Deus. Numa sociedade cujo o único lema é duvidar de tudo, tentar romper muitas vezes de forma irracional com qualquer atributo que venha anteriormente a esta, tudo isso em nome de uma ''razão'' que é pro vezes muito mais irracional do que tudo o que o humanismo mais critica, ser um cristão intelectualizado é fundamental. Afinal, eclesia significa ''os voltados para fora''. Pensar é testemunho, crer é missiológico. Seguem as frases: 


Vivemos em uma cultura que, por princípio, duvida de tudo e costuma considerar que o compromisso com uma crença é o pior dos pecados seculares. Alister McGrath 



Nunca nos esqueçamos de que a mensagem da Bíblia dirige-se em primeiro lugar à mente, ao entendimento. D. Martyn Lloyd-Jones


É bom ter a mente aberta, desde que ela não esteja aberta em ambas as extremidades. Doug Barnett


Todo ensinamento contrário à Bíblia deve ser rejeitado, mesmo que faça chover milagres. Martinho Lutero




Nossos maiores pecados são os da mente. Thomas Goodwin



Não é necessária uma mente grandiosa para que alguém seja cristão, mas é necessária toda a mente que um homem possui. Richard C. Raines







O segredo do viver santo está na mente. John R. W. Stott




O segredo de uma vida pura é ter pensamentos puros. John R. W. Stott






A mente é boa - Deus a criou. Ele nos deu uma cabeça e não era sua intenção que ela servisse apenas como lugar para o chapéu. A. W. Tozer



Deus não espera que lhe submetamos nossa fé sem o uso da razão, mas os próprios limites de nossa razão fazem da fé uma necessidade. Agostinho



A probabilidade de um homem finito compreender o Deus infinito é a mesma que uma criança tem de despejar o oceano num buraco que ela fez na areia. Agostinho



Nenhum homem pode entender os mistérios espirituais pela razão carnal. Thomas Brooks



A água não pode elevar-se a um nível mais alto do que sua fonte; assim também a razão humana. Samuel Taylor Coleridge



Aquele que deseja crer apenas no que pode compreender totalmente deve ter um cérebro muito grande ou um credo muito curto. C. C. Colton



A razão não pode demonstrar-se mais racional do que quando deixa de raciocinar sobre coisas que estão acima dela. John Flavel



A fé que não provém da razão é duvidosa, e a razão que não leva à fé deve ser temida. G. Campbell Morgan



Nada, a não ser a fé, jamais corrigirá os erros da razão quanto às coisas divinas. William S. Plumer



O homem não é o que pensa ser, mas o que ele pensa, isto ele é. Cristão Anônimo



Na companhia de outros, guarde sua língua - em solidão, seus pensamentos. Cristão Anônimo



O pensamento é uma espécie de visão da mente. Agostinho



Os pensamentos de um homem dão cor à sua alma. Marco Aurélio



Assim como a imagem do selo é estampada na cera, os pensamentos do coração são impressos nas ações. Stephen Charnock



Os pensamentos são os filhos imediatos da corrupção original. Stephen Charnock



Pense em tudo o que você fala, mas não fale tudo o que você pensa. Patrick Delaney



O homem é aquilo em que ele pensa durante o dia inteiro. Ralph Waldo Emerson



Teus pensamentos são audíveis para Deus. John Flavel



É ruim ter maus pensamentos, mas é pior expressá-los. Matthew Henry



Mais almas se perdem por falta de ponderação do que de qualquer outra maneira. Robert Murray M'Cheyne



Em qualquer ponto a vida reta começa com pensamentos retos. Bruce J. Milne



Não podemos dar-nos ao luxo de ter pensamentos descuidados. Irwin Moon



A batalha espiritual, a perda da vitória, está sempre no mundo dos pensamentos. Francis Schaeffer



Os pensamentos vãos contaminam o coração tanto quanto os pensamentos vis. William Secker



Os pensamentos são as sementes das ações. Richard Sibbes



Deus não viverá na sala de visitas de nosso coração se permitirmos a entrada do diabo no porão de nossos pensamentos. C. H. Spurgeon



Jesus conhece até seus pensamentos mais íntimos. Geoff Treasure


Rousas John Rushdoony em 1997 já dizia:

"Um fato terrível que nos ameaça hoje é a impotência da comunidade cristã. Mais da metade das pessoas nos Estados Unidos maiores de 18 anos confessam crer em Jesus Cristo como Deus encarnado, e na Bíblia como a Palavra infalível de Deus. Se essas pessoas fossem apenas ¼ da população, elas ainda deveriam dominar a cultura, quando na realidade é marginal. "


Estima-se que haja cerca de 46 milhões de evangélicos impotentes no Brasil. E nós, onde nos enquadramos neste panorama citado anteriormente?  

Deus nos abençoe. 







sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

''Sola Scriptura''! Bíblia de Estudo de Genebra!







Por Nilson Pereira. 

Somente agora, depois de anos que a adquiri, pude entender que trata-se da minha Bíblia de Estudo mais importante, dentre tantas outras que possuo. 

Não apenas por ser a primeira da humanidade (o que para um historiador cristão como eu, já bastaria para considerá-la a mais importante), mas pelo intuito dos calvinistas que a criaram, esmiuçando-a no que João Calvino deixou de maior lição a nós, sobretudo num tempo cujo as heresias parecem ter sido incorporadas num evangelicismo que é moda pela primeira vez na História deste país:

  'Sola Scriptura'! Somente as Escrituras!  Only Scripture! Nur Schrift! Écriture Seule! Sólo Escritura! 

Os 458 anos da primeira Ceia do Senhor realizada na América!










Por Nilson Pereira. 

A data do  dia de 21 de março de 2015 marcou os 456 anos de uma prática cristã das mais importantes: a  Ceia do Senhor. 

Desde a data citada anteriormente,  terceiro domingo de março de 1557, esta prática é frequentemente repetida pelo menos uma vez por mês nas Igrejas protestantes por toda a América, do sul ao norte. 

A região da América portuguesa, atual cidade do Rio de Janeiro (hoje, uma das ilhas da Baía de Guanabara, a Escola Naval, ao lado do Aeroporto Santos Dumont), é o cenário deste acontecimento histórico, único, e iniciador do movimento protestante no continente americano, que séculos depois, seria fundamental para diversos movimentos históricos, como a fundação das 13 Colônias que deram origem aos Estados Unidos, a implantação da ideia de governo democrático no mesmo e na América em geral,  a fundação da cidade de Recife por Maurício de Nassau, o fomento a leitura no sul da América dentre outros.



Este singelo, espiritualíssimo e purificador ato, teve início em Jerusalém, na Israel da Antiguidade, com o próprio Jesus, que dividiu o vinho e o pão entre seus primeiros discípulos, conforme relata a passagem contida no Evangelho de Lucas:

''E, chegada a hora, pôs-se à mesa, e com ele os doze apóstolos. E disse-lhes: Desejei muito comer convosco esta páscoa, antes que padeça; Porque vos digo que não a comerei mais até que ela se cumpra no reino de Deus. E, tomando o cálice, e havendo dado graças, disse: Tomai-o, e reparti-o entre vós; Porque vos digo que já não beberei do fruto da vide, até que venha o reino de Deus. E, tomando o pão, e havendo dado graças, partiu-o, e deu-lho, dizendo: Isto é o meu corpo, que por vós é dado; fazei isto em memória de mim. Semelhantemente, tomou o cálice, depois da ceia, dizendo: Este cálice é o novo testamento no meu sangue, que é derramado por vós. '' Lucas 22:14-20

Em seguida, Cristo explica o verdadeiro sentido da ceia em si, como ato espiritual, ritual cristão: 

''E ele lhes disse: Os reis dos gentios dominam sobre eles, e os que têm autoridade sobre eles são chamados benfeitores.Mas não sereis vós assim; antes o maior entre vós seja como o menor; e quem governa como quem serve. Pois qual é maior: quem está à mesa, ou quem serve? Porventura não é quem está à mesa? Eu, porém, entre vós sou como aquele que serve. E vós sois os que tendes permanecido comigo nas minhas tentações. E eu vos destino o Reino, como meu Pai me destinou, Para que comais e bebais à minha mesa no meu reino, e vos assenteis sobre tronos, julgando as doze tribos de Israel.'' Lucas 22:25-30


Entendemos na análise de tal texto dois pressupostos básicos:

O primeiro que, para ser digno da purificação contida na ceia do Senhor, o cristão deverá estar exercendo fielmente seu testemunho, propósito e direção em Cristo, tomando assim parte da pessoa do próprio Jesus, com humildade e espírito apto a servir, o verdadeiro significado da liderança cristã, contrastante com o mundo secular, uma vez que o conceito de liderança para este consiste no líder ser aquele que é servido, e não o principal servidor. A ceia é uma lembrança, de quanto maior você for, menor deve parecer. 

O segundo é ter um espírito apto ao sacrifício em relação ao pecado e até mesmo a morte, a tomar parte do Corpo ( simbolizado pelo pão), e do Sangue ( simbolizado pelo vinho), a ser testemunha de Cristo, nosso primeiro chamado em Deus, até o fim, se necessário for. 

O grande apóstolo Paulo dá ênfase ao que já foi frisado, dando um foque teológico maior a precisão espiritual e seus efeitos na vida do cristão:

''Porque eu recebi do Senhor o que também vos ensinei: que o Senhor Jesus, na noite em que foi traído, tomou o pão; E, tendo dado graças, o partiu e disse: Tomai, comei; isto é o meu corpo que é partido por vós; fazei isto em memória de mim. Semelhantemente também, depois de cear, tomou o cálice, dizendo: Este cálice é o novo testamento no meu sangue; fazei isto, todas as vezes que beberdes, em memória de mim. Porque todas as vezes que comerdes este pão e beberdes este cálice anunciais a morte do Senhor, até que venha. Portanto, qualquer que comer este pão, ou beber o cálice do Senhor indignamente, será culpado do corpo e do sangue do Senhor. Examine-se, pois, o homem a si mesmo, e assim coma deste pão e beba deste cálice. Porque o que come e bebe indignamente, come e bebe para sua própria condenação, não discernindo o corpo do Senhor. Por causa disto há entre vós muitos fracos e doentes, e muitos que dormem. Porque, se nós nos julgássemos a nós mesmos, não seríamos julgados. Mas, quando somos julgados, somos repreendidos pelo Senhor, para não sermos condenados com o mundo.'' 1 Coríntios 11:23-32


Paulo nos deixa a lição de que é  impossível enganar aos olhos Daquele que tudo pode ver, a ceia é algo seríssimo espiritualmente falando, não se pode tomar parte dela sem um coração dirigido a seguir os pressupostos citados anteriormente, ensinamentos de Cristo  que foram repetidos por Paulo. 

Aquele que é cristão, e toma parte da Ceia do Senhor, deve incomodar os que não são com seu testemunho, trazendo sobre si algumas vezes até mesmo traições graves. Como foi com Cristo, os apóstolos e com o primeiro líder realizador da Santa Ceia nas Américas, o doutor em Teologia, calvinista francês, pr. Pierre Richier. 

O texto selecionado da excelente revista Ultimato, edição de maio/junho de 2007, no qual sou fã e assinante, explica bem esta história, dotada de iniciativa, visionarismo, traição, santificação e entendimento. 

Este é sem dúvidas um fato histórico, é também uma importante lição cristã, e meu pedido ao Senhor é que, você, caro leitor, ao lê-la, se identifique, não somente com o pr. Richier, mas também com o nosso Senhor Jesus Cristo, o primeiro e único a viver inteiramente o verdadeiro sentido da Santa Ceia do Senhor. Que nossa geração possa restaurar o sentido da Ceia, que hoje, assim como muitos outros signos cristãos, esta a caminho de ser banalizada. Deus nos abençoe. 


'' No quarto domingo de abril de 1500, o frei Henrique Soares de Coimbra celebrou a primeira missa católica no Brasil. Cinqüenta e sete anos depois, no terceiro domingo de março de 1557, o pastor Pierre Richier celebrou a primeira Santa Ceia no Brasil (e em todo o continente americano). A missa foi ministrada em latim por um religioso franciscano de nacionalidade portuguesa, pouco mais tarde sagrado bispo. A Santa Ceia foi ministrada em francês por um pastor calvinista francês, doutor em teologia. O primeiro evento deu-se ao ar livre numa praia da Baía Cabrália, no litoral baiano. O segundo aconteceu no Forte Coligny, na ilha de Villegaignon, na Baía de Guanabara, onde hoje fica a Escola Naval, ao lado do aeroporto Santos Dumont. 



Na celebração católica, o pão e o vinho foram transformados em corpo e sangue de Jesus (cerimônia chamada de transubstanciação). Na celebração protestante, o pão e o vinho continuaram pão e vinho, mas foram considerados símbolos do corpo e do sangue do Senhor (consubstanciação). Frei Henrique tomou o vinho e o deu aos outros religiosos que estavam com ele, mas não aos demais comungantes. O pastor Richier tomou e ofereceu ambas as espécies a todos os fiéis.

Nos 57 anos compreendidos entre a primeira missa e a primeira Santa Ceia, a Europa foi sacudida pela Reforma Protestante. Richier era dois anos mais novo que João Calvino, de quem tinha sido aluno em Genebra e por quem fora enviado ao Rio de Janeiro para dar assistência aos huguenotes radicados no Brasil e para evangelizar os silvícolas que habitavam a região fluminense. A Santa Ceia reformada aconteceu quarenta anos depois da data histórica da Reforma (1517), 11 anos depois do início do Concílio de Trento (1545), no ano da morte de Catarina von Bora (viúva de Lutero) e 15 anos antes da triste Noite de São Bartolomeu (1572). 

Tanto na instituição da Santa Ceia por Jesus em Jerusalém na noite da quinta-feira da semana da Paixão como na celebração de Pierre Richier no Rio de Janeiro, na manhã de domingo de 21 de março de 1557, havia um sinistro traidor, que, durante algum tempo, conseguiu se esconder. O primeiro chamava-se Judas, o Iscariotes; o segundo chamava-se Nicolau Durand de Villegaignon, vice-almirante e colonizador francês que fundou a França Antártica no Rio de Janeiro em 1555. Em outubro de 1557, sete meses depois de ter tomado a Santa Ceia ajoelhado sobre um coxim de veludo, Villegaignon expulsou os calvinistas da ilha de Serijipe (hoje Villegaignon) para o local chamado La Briqueterie (hoje Olaria). Menos de três meses depois (janeiro de 1558), o pastor Richier e outros genebrinos foram obrigados a voltar para a Europa. No mês seguinte (9 de fevereiro), o ex-comungante mandou estrangular e lançar na Baía de Guanabara os quatro signatários da Confissão Fluminense, uma confissão de fé reformada: Jean de Bourdel, Matthieu Verneuil, Pierre Bourdon e André la Fon. Por ser o único alfaiate dos franceses e por ter voltado atrás, André la Fon, na última hora, foi poupado. Os outros três tornaram-se os primeiros mártires evangélicos do continente. Foi Richier quem deu o nome “O Caim da América” a Villegaignon. 



O 450º aniversário da primeira Santa Ceia realizada no Brasil e nas Américas foi celebrado no dia 24 de março de 2007 no auditório da Escola Naval, na Ilha de Villegaignon. Logo em seguida, inaugurou-se, na Praça Mattathias Gomes dos Santos, defronte à Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro, um monumento escultórico interativo dos pastores que celebraram a Santa Ceia de 1557 (Pierre Richier e Guillaume Chartier). A esta cerimônia e ao culto realizado em seguida, esteve presente o senhor José Alencar, vice-presidente da República.

Na mesma ocasião, a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos lançou um selo comemorativo e o Presbitério do Rio de Janeiro, em parceria com a Sociedade Bíblica do Brasil, lançou uma edição comemorativa da Bíblia.'' 


Referências Bibliográficas:

Revista Ultimato. Edição de Maio/Junho de 2007. 

LERY, Jean. Viagem a Terra do Brasil. Rio de Janeiro: Biblioteca do Exército, 1961. 

















segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Para todos os cristãos refletirem. O papel social da Igreja.




'' E, voltando-se para os discípulos, disse-lhes em particular: Bem-aventurados os olhos que vêem o que vós vedes. Pois vos digo que muitos profetas e reis desejaram ver o que vós vedes, e não o viram; e ouvir o que ouvis, e não o ouviram. E eis que se levantou um certo doutor da lei, tentando-o, e dizendo: Mestre, que farei para herdar a vida eterna? E ele lhe disse: Que está escrito na lei? Como lês? E, respondendo ele, disse: Amarás ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todas as tuas forças, e de todo o teu entendimento, e ao teu próximo como a ti mesmo. E disse-lhe: Respondeste bem; faze isso, e viverás. Ele, porém, querendo justificar-se a si mesmo, disse a Jesus: E quem é o meu próximo? E, respondendo Jesus, disse: Descia um homem de Jerusalém para Jericó, e caiu nas mãos dos salteadores, os quais o despojaram, e espancando-o, se retiraram, deixando-o meio morto. E, ocasionalmente descia pelo mesmo caminho certo sacerdote; e, vendo-o, passou de largo. E de igual modo também um levita, chegando àquele lugar, e, vendo-o, passou de largo. Mas um samaritano, que ia de viagem, chegou ao pé dele e, vendo-o, moveu-se de íntima compaixão; E, aproximando-se, atou-lhe as feridas, deitando-lhes azeite e vinho; e, pondo-o sobre a sua cavalgadura, levou-o para uma estalagem, e cuidou dele; E, partindo no outro dia, tirou dois dinheiros, e deu-os ao hospedeiro, e disse-lhe: Cuida dele; e tudo o que de mais gastares eu to pagarei quando voltar. Qual, pois, destes três te parece que foi o próximo daquele que caiu nas mãos dos salteadores? E ele disse: O que usou de misericórdia para com ele. Disse, pois, Jesus: Vai, e faze da mesma maneira.'' Lucas 10:23-37


Por Nilson Pereira. 



Desta vez o artigo será bem curto e direto.  Minha intenção é apenas refletir e fazer com que você leitor, reflita junto. 

Historiadores, téologos e filósofos são quase unânimes no que discerne aos três  pressupostos básicos em relação a criação da Igreja cristã: 


*  Anunciar o Evangelho;



*  Servir socialmente o mundo;



* Adorar a Deus; 


Será que temos feito pelo menos um destes três  propósitos?  Sem os três, indissoluvelmente, indiscutivelmente, inegociavelmente, não somos Igreja (assim com várias outras ao redor da História não foram, pelo menos dentro da ideal do Criador), somos uma organização social passiva, um clube, um lugar para discutir ideias, lugar com música boa (e mesmo assim nem sempre). 


Ontem eu assisti a  uma entrevista no programa do Jô, tratava-se de  um dentista que, junto com sua equipe, realiza um trabalho de recuperação de dentes em pessoas que os perderam, sejam adolescentes pobres, sejam mulheres que foram espancadas pelo marido.
sensacional ver as fotografias das pessoas no estilo ''antes e depois'', contemplando a beleza de ver uma vida restaurada, de alguma forma.

Deus tem me dito algumas coisas, desde a hora que assisti o programa até agora. Me disse que este tipo de trabalho é o que Ele almeja para um cristão que passa anos numa Universidade, porém, a maioria vira as costas para Ele depois que consegue um diploma acadêmico, ao invés de ser ainda mais  ativos no Reino, usando uma das maiores ferramentas que um ser humano pode ter para realizar qualquer tarefa: seu conhecimento refinado e acadêmico. Então os que não são cristãos, os ''perdidos'', acabam realizando tal tarefa. Agradando mais ao Altíssimo do que seus próprios filhos. 


Uma das maiores mentiras já divulgadas na História humana é que o Estado laico é um Estado neutro. Estado laico não é neutro, é gnóstico, é materialista, é ateu. O que nada tem haver com Democracia. O Estado deve sim ser laico dentro da minha cosmovisão, porém, igreja e política devem sim ser parceiras, uma completa a outra, são similares. 

De que vale toda a historiografia, de que vale toda a teologia, de que vale qualquer curso acadêmico que seja, de que vale todo o conhecimento se não for para, dentre outras coisas, tentar diminuir todas as injustiças sociais no qual somos submetidos todos os dias ao acordar? Não consigo entender quem retem conhecimento sobre Deus ou sobre a humanidade somente para si.

Kardecistas, umbandistas e outros fazem trabalhos sociais muito mais frequente e de maior sucesso que nós. Testemunhas de Jeová e mórmons são mais missionários do que nós. Muçulmanos são infinitamente mais devotos e seguidores de sua doutrina do que nós.

Que igreja temos sido? Se não pregamos o Evangelho direito, nem servimos socialmente o mundo, e consequentemente não adoramos ao Deus que dizemos ser nosso? 

Não estamos cumprindo nossos três propósitos de existência básicos. Motivo de choro e vergonha. Triste saber que a maioria dos cristãos não está nem aí, não lerá este artigo e os de outros solitários mestres e profetas cristãos que tratam de tal assunto. 

O que importa é uma Teologia que traz prosperidade, uma profissão que traz prosperidade, uma adoração a prosperidade. 


 Não se trata de ser um  texto produzido por mim ou não, mas sim de uma urgente reflexão e  ação sobre o tema. Jesus está voltando e a Igreja está em coma, os falsos evangelhos pregados por aí nos fazem pensar que está tudo bem, mas está longe de estar de fato. A situação da Igreja e do mundo são críticas. 

 Para Deus, segundo o versículo que postei no início deste artigo, mas vale um pseudo não religioso ativo do que um religioso passivo, cego, e seguidor de sua própria Teologia. 

Parafraseando o grande Martin Luther King Jr.:

'' O que me assusta não é o barulho dos ímpios, mas sim o silêncio dos justos.'' 

Que Deus tenha misericórdia de nós, que perdoe nossa omissão. 


''Não se requer de um líder cristão apenas cultura, mas também inabalável fidelidade pela sã doutrina, ao ponto de jamais se afastar dela.'' João Calvino



''Todo cristão ou é um missionário ou é um impostor.'' C.H. Spurgeon


“Não são os grandes homens que transformam o mundo, mas sim os fracos e pequenos nas mãos de um grande Deus.” Hudson Taylor

Referências bibliográficas: 

STOTT, John. A missão cristã no mundo moderno. Viçosa: Ultimato, 2010. 







Verdadeiro Cristianismo:

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