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Lex Luthor e o que eu seria sem Jesus.

Por Nilson Pereira.  Primeiramente quero deixar claro que este texto é destinado a cristãos bíblicos e maduros que entend...

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Nilson de O. P. Pereira

Nilson de O. P. Pereira
Um Cristão vivendo para ser Bíblico, Missional, Pastor de Família e Professor Reformado nas Relações.

Verdadeiro Cristianismo:

Verdadeiro Cristianismo:

domingo, 11 de dezembro de 2011

Obrigado por você existir, feliz dia da Bíblia.




Por Nilson Pereira.

Obrigado por fazer me encontrar, por me fazer enxergar, por me ensinar a pensar, por me fazer ser tudo o que sou, e o que hei de ser.

Você é o amor da minha vida.

Obrigado Palavra de Deus, obrigado por ser o ''melhor de Deus para a humanidade'‘, obrigado por ter se feito carne, e ter habitado entre nós, por ser o meu Rei, meu Senhor, e meu Deus.

Obrigado Bíblia, amor da minha vida, meu orgulho é ter você como meu dom, na mente, e no coração.

Você que é objeto de estudo por séculos, você que é o maior eixo da História da humanidade, mesmo para os que não fazem parte da Sociedade judaica-cristã Ocidental hão de admitir e se curvar, pois é você que molda a História do Ocidente, a temporalidade da sociedade é traçada de acordo com a tua direção.

você que é tudo para quem te segue, para quem te ama, para que te obedece, você que é maior que tudo, te amo.

Você me deu tudo o que sou, me deu minha inteligência, me deu meu senso crítico de protestar pelo que é corrupto, me deu vida, física, emocional e espiritual, me deu minha família de volta, me deu minha mulher, a mulher que você escolheu para mim.

Te amo, enquanto eu viver, te darei a maior honra da minha vida sempre.

Obrigado por você existir, resistir, se impor.


quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

El Clásico: contexto histórico, político e social.



Por Nilson Pereira


Você considera o Real Madrid um clube grande?

Provavelmente sim (até porque seria insano não considerar).

Se bobear você tem uma camisa, um short, um agasalho, enfim, algum produto da marca Real Madrid eu mesmo tenho um agasalho do clube merengue de Madrid no meu armário, sendo que é a única peça de roupa minha atrelada a clube de futebol. Confesso que antes de estudar História espanhola eu gostava mais do clube madrileno, ao ponto de ter uma agasalho do Real, conforme já citei.

Pois é. Ao estudar um pouco de História da Espanha, nota-se que o ex-ditador Francisco Franco, que governou por anos o país ibérico, beneficiava o clube merengue da capital, inclusive injetava dinheiro público no clube em um grau considerável.

Não contente, prejudicava e muito, inclusive impedindo viagens e contratações de Barcelona em menor nível, e sobretudo, de Atlhetic de Bilbao, time de origem basca, e do maior rival do Real, o Atlético de Madrid, com o objetivo de afetar toda a região da Catalunha, dos Países Bascos, que desde muitos séculos quiseram ser indenpedentes da Espanhae também da parte madrilena contrária ao general, cujo o Atlético era a expressão esportiva da mesma.

Ao ver na tv que o Barcelona é um símbolo da Catalunha, não e porque as cores do clube são belas, ou apenas pelas glórias históricas é porque, acima de tudo, o Barça é um símbolo da resistência catalã a ditadura franquista. Sem contar que o principal jornal espanhol (onde os jornais são ainda mais importantes em comparação a consideração que a sociedade brasileira dá para este tipo de mídia), o Marca, é um meio de divulgação a favor do Real. Somente para termos uma idéia, quando o Real vence o Barça as manchetes são do tipo: ''Nós os vencemos'', e por ai vai.

A ditadura franquista durou de 1939 ate 1976 (período mais fértil de conquistas do Real) e isto sim é uma ajuda externa. Mesmo assim, é louco quem diz que Real Madrid é pequeno, que só é o que e por causa disso ou daquilo.

Muito se critica a relação Flamengo/Globo, Corinthians/CBF e por aí vai, porém, não chega nem perto da relação Real/Franco/Marca/Governo espanhol.

Eu sei muito bem que todo clube tem um passado, um presente, e um futuro considerado de alguma forma sujo, porém, o Real Madrid é um caso extremo, assim como o Benfica em Portugal. Foi dinheiro público, de uma nação, descaradamente investido no clube. Dinheiro que poderia ser investido em saúde, educação, creches,Igrejas(que ao menos tem uma contribuição social inegável) e por aí vai. Dinheiro de contribuintes que nem deveriam gostar de futebol, de gente humilde que mal conseguia pagar os impostos, já que a era franquista foi também uma das mais pobres da Espanha. 

Valendo dizer que a Espanha é fragmentada por demais. São pelo menos quatro regiões que dividem o país unificado a duras penas por Carlos I, o primeiro rei Habsburgo da Espanha: Catalunha, Madrid, País Basco e Andaluzia. 



Títulos Real Madrid no Franquismo:
  • Champions League (1955-56, 1956-57, 1957-58, 1958-59, 1959-60, 1965-66)
  • 6 conquistas das 9 que o clube tem no total.
  • Campeonato Espanhol: (1953-54, 1954-55, 1956-57, 1957-58, 1960-61, 1961-62, 1962-63, 1963-64, 1964-65, 1966-67, 1967-68, 1968-69, 1971-72, 1974-75, 1975-76)
  • 15 dos 31 que o clube tem no total
  • Copa do Rei: ( 1945-46, 1946-47, 1961-62, 1969-70, 1973-74, 1974-75, )
  • 6 dos 17 no total
  • Copa Eva Duarte: 1947 (unica conquista)
  • Copa Latina: 1955 e 1957
  • Pequena Taça do mundo:1952 e 1956
  • Mundial de clubes: 1960 - 1 dos 3 que o clube possui
Sem contar que tudo obtido no pós ditadura Franco tem influencia direta deste período.

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Nunca fomos tão romanos.


Por Nilson Pereira

Política de pão e circo. Minha mente foi lá no primeiro período da minha graduação (e aos séculos II e III d.c) ao analisar o contexto político do Brasil do século XXI.

Com a queda do sexto ministro do governo petista da presidenta Dilma Rousseff,um fato óbvio,mas que a maioria não vê, veio a minha mente.

O governo Dilma, assim como os 8 anos do ex-presidente Lula, são sem sombra de dúvidas os mais corruptos em números desde de o fim da ditadura militar brasileira.

Os números são incontestáveis.

O que impressiona, é a popularidade dos petistas mesmo com governos acometidos do que a população nacional julga ser o pior dos males em verde e amarelo: a corrupção.

Os bolsas famílias, os Estádios do Corinthians, as políticas públicas, a estabilidade econômica, a pregação do brasilianismo, as Olimpíadas e a Copa, são todos pontos positivos do governo petista, mas será que não são também distrações espertas e de uma inteligência política rara?

O fato da grande aprovação do governo de Lula e agora de Dilma, mesmo com todos os escândalos de corrupção clara (os dois governos conseguiram o feito de ser mais corrupto do que o do governo Sarney ou Collor), reforça minha tese de que o Brasil é o país de que se mata por causa de uma galinha, mas não há protestos contra os políticos de Brasília, de que criticamos a corrupção de funcionários públicos, mas damos sempre o ''guaraná''(termo mais politicamente correto) do PM que nos para em uma blitz, do que se critica o vizinho por não ter avisado ao caixa do supermercado o troco a mais que ela erradamente deu, mas se acharmos uma carteira perdida e recheada na rua passa a não ter mais dono, da crítica ao traficante de drogas, mas passa-se a mão na cabeça do filho viciado em drogas, se critica pastores pela exigência do dízimo, mas não se deixa de gastar grana com aquela cervejinha, mesmo que isto custe uma roupa, ou mesmo comida para os filhos.

Brasil, país da hipocrisia, país do ''se não tá me incomodando não me importo se estão roubando'‘, país dos dois pesos e duas medidas.

Espero que um dia alguém que nasça na grande terra brasilis possa viver em um contexto, histórico, político, social e econômico em que a corrupção seja minimamente considerável.

Hipocrisia farisáica: a maior doença da Igreja moderna.

Por Nilson Pereira

''Quem tem ouvidos para ouvir, ouça. Mas, a quem assemelharei esta geração? É semelhante aos meninos que se assentam nas praças, e clamam aos seus companheiros,E dizem: Tocamo-vos flauta, e não dançastes; cantamo-vos lamentações, e não chorastes.Porquanto veio João, não comendo nem bebendo, e dizem: Tem demônio. Veio o Filho do homem, comendo e bebendo, e dizem: Eis aí um homem comilão e beberrão, amigo dos publicanos e pecadores. Mas a sabedoria é justificada por seus filhos. Então começou ele a lançar em rosto às cidades onde se operou a maior parte dos seus prodígios o não se haverem arrependido, dizendo: Ai de ti, Corazim! ai de ti, Betsaida! porque, se em Tiro e em Sidom fossem feitos os prodígios que em vós se fizeram, há muito que se teriam arrependido, com saco e com cinza. Por isso eu vos digo que haverá menos rigor para Tiro e Sidom, no dia do juízo, do que para vós. E tu, Cafarnaum, que te ergues até aos céus, serás abatida até aos infernos; porque, se em Sodoma tivessem sido feitos os prodígios que em ti se operaram, teria ela permanecido até hoje. Eu vos digo, porém, que haverá menos rigor para os de Sodoma, no dia do juízo, do que para ti. Naquele tempo, respondendo Jesus, disse: Graças te dou, ó Pai, Senhor do céu e da terra, que ocultaste estas coisas aos sábios e entendidos, e as revelaste aos pequeninos. Sim, ó Pai, porque assim te aprouve.Todas as coisas me foram entregues por meu Pai, e ninguém conhece o Filho, senão o Pai; e ninguém conhece o Pai, senão o Filho, e aquele a quem o Filho o quiser revelar. Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração; e encontrareis descanso para as vossas almas. Porque o meu jugo é suave e o meu fardo é leve. '' -Mateus 11:15-30.

Se Jesus tivesse nascido em nosso século, sem sombras de dúvidas seria o primeiro a ser criticado, julgado, humilhado, apontado e rejeitado pela maior parte dos membros de todas as Igrejas cristãs da sociedade ocidental (a que historicamente é chamada de judáica-cristã ocidental).

Este texto da Palavra de Deus demonstra que, os religiosos da época (equivalentes aos evangélicos de hoje), os fariseus, eram os primeiros a acusarem, a escarnecer do maior presente dado por Deus a toda a humanidade, viviam falando de Deus, pregando sobre Ele, mas O conheciam menos do que um publicano (cobrador de impostos do Império romano) e do que as prostitutas e mendigos. A escória da sociedade romana-judáica, de quem muitas vezes, nunca quis saber de Deus, reconheceram o Filho de Deus de forma clara, ao contrário dos que se diziam povo de Deus. Isto nos diz muito mais do que parece a priore. É claro que o espírito de religiosidade, uma hoste demoníaca que cega os homens que, se posicionam a favor de Deus (Lucas 11:37-54), expandiu sua área de atuação para os cristãos, que herdaram dos judeus a condição de Povo de Deus (Romanos 3:10-31). O cristão tem uma séria dificuldade de entender que pode sim ser influenciado por demônio (Mateus 16:23), e que, como inimigos naturais dos que andam, ou tentam caminhar a favor de Deus (Efésios 6:12), com uma estrutura de hierarquia demoníaca muito bem definida e respeitada pelos anjos caídos (Lucas 11:14-28), não é difícil chegar a conclusão de que os demônios de religiosidade são exatamente os que mais atacam os que se dizem cristãos. Há séculos, e infelizmente, o Cristianismo deixou de ser um estilo de vida e se tornou uma religião. Desde que o imperador Romano Teodósio passou a obrigar todos os membros do Império a se converter a força, a origem do termo ''cristão'' que é excelente, linda, e emocionante (At 11:26), se perdeu no desuso.

O pior de tudo, o mais lamentável, o mais triste, é que a maioria dos fariseus da Idade Contemporânea não tem nem idéia de que assim estão procedendo. Exatamente igual os fariseus da Antiguidade, encarados pelo próprio Jesus (Mateus 23:24). Um alerta para todos nós que nos auto-intitulamos cristãos, Deus manda nos examinar (Coríntios 11-28), ter extremo cuidado ao julgar até mesmo se for uma planta (Mateus 7:1-5), (I Coríntio 10:11-13).

Jesus advertiu aos fariseus, e isto se estende para todo o Povo de Deus da História da humanidade o seguinte texto:

E aconteceu que, estando sentado à mesa em casa deste, também estavam sentados à mesa com Jesus e seus discípulos muitos publicanos e pecadores; porque eram muitos, e o tinham seguido. E os escribas e fariseus, vendo-o comer com os publicanos e pecadores, disseram aos seus discípulos: Por que come e bebe ele com os publicanos e pecadores? E Jesus, tendo ouvido isto, disse-lhes: Os sãos não necessitam de médico, mas, sim, os que estão doentes; eu não vim chamar os justos, mas, sim, os pecadores ao arrependimento.Marcos 2:15-17

A pior das mortes espirituais é aquela que deixa o acometido por ela com o entendimento de que está vivo, mas na verdade, internamente, espiritualmente, este está morto, mesmo com discursos espirituais, mesmo com aparência de espiritual, mesmo com posicionamentos aparentemente espirituais:

“Ai de vocês, escribas e fariseus, hipócritas! Pois são semelhantes aos sepulcros caiados, que por fora realmente parecem formosos, mas interiormente estão cheios de ossos mortos e de toda a imundícia”. (Mateus 23.27)

Todos os fariseus, da Antiguidade ou os dos dias atuais, acham piamente que estão fazendo correto, julgando, apontando, até mesmo perseguindo em nome de Deus, mesmo o cristão mais importante da História da humanidade (sem contar Jesus), foi antes das escamas dos seus olhos caírem, o maior dos fariseus:

E por derradeiro de todos me apareceu também a mim, como a um abortivo. Porque eu sou o menor dos apóstolos, que não sou digno de ser chamado apóstolo, pois que persegui a igreja de Deus.

Mas pela graça de Deus sou o que sou; e a sua graça para comigo não foi vã, antes trabalhei muito mais do que todos eles; todavia não eu, mas a graça de Deus, que está comigo. Então, ou seja eu ou sejam eles, assim pregamos e assim haveis crido. 1 Coríntios 15:8-11

Aliás, a vida do grande apóstolo Paulo é uma grande lição didática de Deus para nós. O homem que contestou sem deixar de ser submisso; os líderes da Igreja Primitiva Tiago e Pedro para que a cultura, os hábitos não pecaminosos, a forma de ser de todo ser humano, seja respeitado pelo Evangelho, pois Jesus sempre pregoou que o Evangelho pode e deve se adaptar a todas as formas de ser da humanidade, nunca se sobrepor, como vimos por diversas vezes na História, com um exemplo prático, a colonização da América.

Na verdade pareceu bem ao Espírito Santo e a nós, não vos impor mais encargo algum, senão estas coisas necessárias: Que vos abstenhais das coisas sacrificadas aos ídolos, e do sangue, e da carne sufocada, e da prostituição, das quais coisas bem fazeis se vos guardardes. Bem vos vá. Atos 15:28-29

Esta é a resposta dos apóstolos de Jesus, os que, Ele mesmo deu testemunho como fundamento da fé Nele (Apocalipse 21:14) aos fariseus de todos os tempos, aos que pregam por aí que cristão não pode fazer nada, não pode torcer para time de futebol, não pode dançar, não pode se envolver demais com a faculdade, não pode entrar na internet, não pode brincar com nada, afinal, enchem a boca para dizer que ''devemos ser exemplo'', mas será que eles mesmo são?

Me pergunto se Jesus brincava com seus amigos, se os discípulos da Igreja Primitiva apenas andavam com os seus ''ternos'' e Bíblias gigantes na mão, usando termos como: '' a Paz do Senhor'',''varão e varoa'',''vigia''(esta é a máxima de todo o fariseu, usando esta palavra totalmente fora de contexto. Como diz o pastor Silas Malafaia,''texto sem contexto é pretexto para heresia'', acrescentado por mim o fato de que, além de heresia, gera fardo muito maior do que deveria nos ombros do irmão.

Hoje, por uma religiosidade fedorenta e hipócrita, tudo virou pecado, rasguemos a Bíblia.

Sabe o que acontece? Quando não somos nós mesmos em nome de uma religiosidade, nosso Evangelho deixa de ser atraente, deixamos de trazer pessoas para Cristo, somos rotulados de chatos, anti-sociais, de arrogantes até.

Que Cristianismo é esse? É o mesmo do Cristo que andava se divertindo, andava com prostitutas e cobradores de impostos? Que priorizava o humilde, não o poderoso, não o rico.

Hipocrisia de quem aponta um irmão, e quando o seu pastor faz o mesmo, bate palmas. Hipocrisia de quem se diz espiritual, esquece de que também é alma e corpo, de que espírito apenas, só anjos e demônios.

Hipocrisia que mata, que corrói, que afasta cristãos e não cristãos da Igreja que não pertence a homens,propriedade única e exclusiva de Deus.

Hipocrisia nojenta.

E os escribas e fariseus, vendo-o comer com os publicanos e pecadores, disseram aos seus discípulos: Por que come e bebe ele com os publicanos e pecadores? E Jesus, tendo ouvido isto, disse-lhes: Os sãos não necessitam de médico, mas, sim, os que estão doentes; eu não vim chamar os justos, mas, sim, os pecadores ao arrependimento. Marcos 2:16-17

Substitua o nome Jesus por João, Maria, Fernando, Laura, Nilson e etc.

Exercite o que você faria ao se deparar com este contexto, analise você se é doente ou são, pois os sãos não tem Jesus!

Deixem o Espírito Santo examinar você, lembrar de quantos amigos, de quantas coisas, quantos livros, quantos cursos você deixou de conviver ou de se aprofundar, em nome deste Evangelho que o próprio Jesus nunca pediu para você viver.

Saiba que se você tivesse compreendido isto antes, poderia ter arrebatado a muitos para Cristo, poderia ter crescido tudo o que tua vida espiritual ficou retida e atrofiada, poderia ter vivido o verdadeiro Evangelho.

Deus é um admirador da autenticidade humana, ama quem é o que é, sem máscaras, sem fingir para si, e para Deus o que realmente é. Deus ama verdade, ama honestidade.

Ama levantar o que admite ser humilde, fraco, hipócrita, avarento, etc.

Deus é um reciclador de lixo. E nós nunca deixaremos de passar de lixo perante Ele. Eu quero ser lixo reciclado, e você?

Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração; e encontrareis descanso para as vossas almas. Porque o meu jugo é suave e o meu fardo é leve. Mateus 11:29-30

Pense em como Jesus seria, como Jesus faria, como Jesus é, não com o que irão pensar se eu tirar minha máscara de religioso, o que a Igreja pensa, o que eles fariam em meu lugar.

É infinitamente melhor ser humilhado por Deus do que por homens, o que aconteceria na pior das hipóteses caso retiramos nossas máscaras.

Os seres humanos admiram autenticidade, quem se preocupa demais com o que os outros pensam, deixam de ser quem é.

Termino usando uma frase de um dos grandes livros da minha biblioteca pessoal, Virtudes Cristãs:

Quanto mais Dele eu ser, mais eu mesmo serei.

Fariseu não é ele mesmo. Fariseu é escravo de sua reputação. Fariseu deixa de viver preocupado no que os outros pensam sobre sua espiritualidade.


Se você se enquadra como fariseu, não se abale, o maior deles na História, se tornou o que muitos chamam de o maior homem do Cristianismo depois de Cristo, o apóstolo Paulo.

Deus os abençoe.

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

O complexo de vira-lata da América Latina em relação a Europa.

Por Nilson Pereira.

Me irrita por demais esta espécie de ''síndrome de vira-lata '' latino-americana em relação a Europa.

Minha epopeia acadêmica em relação a primeira parte da História das Américas está caminhando para o fim.

Percebi que, desde as origens latino-americanas, a conquista dos europeus do Novo Mundo trouxe ramificações de muitas consequências que se avista até hoje por aqui.

No decorrer da colonização, ao subjugar Tenochtitlan e Cuzco (capitais dos respectivos Impérios Astecas e Incas) em 1520 e 1529 respectivamente, os europeus trouxeram sobre si olhares de fascínio e de desconfiança em relação a toda a população da América latina, e isto, até os dias de hoje.

Desde o início da conquista de forma mais efetiva, o rei de Espanha Carlos V de origem de dinastia dos Habsburgos, enviou homens nascidos na Europa para direcionar o rumo político e administrativo, no momento em que a coroa passou a intervir em parceria com os colonos, que eram, em sua maioria, secundogênitos de famílias nobres espanholas.

A colonização se deu de forma privada em sua ação, e de chancelaria da coroa espanhola.

Em determinado momento histórico, o bisneto de Carlos V, Filipe IV, vendeu concessões da coroa aos crioulos (espanhóis nascidos na América), e, a partir deste momento, os nascidos na América, em sua maioria miscigenados de origem biológica européia e ameríndia, passam a tomar parte nas decisões da coroa em relação as Índias de Castela.

Com a chegada da dinastia dos Bourbons em relação a coroa do Reino de Espanha, os crioulos perdem esta concessão, o que causa um grande mal estar entre coroa e estes.

No cenário das independências americanas, fica registrada no fim de cada redação das constituições, a seguinte frase:

''Juramos lealdade a Fernando VII, Rei da Espanha. ''

Alguns historiadores inclusive, se remetem a dizer que, a não atenção política e administrativa de Fernando VII em relação as nações latino-americanas que compuseram as Índias de Castela, foi uma das causas determinantes para os movimentos de independência, pois, para os crioulos, era melhor está acoplado a uma monarquia européia do que ser uma nação republicana independente.

Até hoje, há quem aqui na América Latina que tente de alguma forma, caracterizar um ''recalque histórico'' em relação a Europa.

Mesmo ao valorizar os aspectos positivos da nossa terra, estes adeptos partidários (leia-se esquerdismo latino-americano), lançam mão da Europa como padronização, ou de tentativa de sobrepor aos europeus de alguma forma.

Chegam ao ridículo de tentar remeter apenas os aspectos ameríndios para tentar traçar uma identidade latino-americana.

É lamentável este recalque histórico, fruto de uma rejeição que possivelmente nunca houve, pois o contexto géo-político das coroas ibéricas sempre foi de encarar a América como ramificação da coroa (lógico que a aproximação geográfica de Madrid, ajudou regiões como a Catalunha se manter de forma favorecida em relação a coroa). Se Fernando VII, por exemplo, priorizou a Espanha a América espanhola é por motivos óbvios de decadência econômica e estrutural da coroa.

Fato histórico, incontestável e irremediável, a América latina existe porque somos uma mistura etnológica de europeus, ameríndios e em alguns casos de africanos. Todos estes grupos são os responsáveis pela identidade de origem latino-americana.

Nenhum grupo é mais especial ou tem menos destaque que o outro.

Todos os latino-americanos têm pelo menos duas destas etnias em sua formação biológica.

Não há porque haver nenhuma incitação social ou política, assim como nenhuma teoria da conspiração idiota, nem mesmo uma tentativa de nova ordem de identidade latino-americana que o movimento esquerdista se baseia para tentar mostrar os bons aspectos de nossa terra.

Somos um povo miscigenado, e se somos o que somos, devemos e muito aos europeus, que migraram, administraram e governaram por séculos a América.

Somos frutos da Europa, política, econômica, cultural, etnologicamente e socialmente.

Querendo ou não, os europeus introduziram a América ao cenário mundial, trazendo a civilização ocidental nas veias americanas.

Não somos melhores ou piores do que os europeus, até porque na verdade, fica difícil definir o que é europeu etnologicamente hoje.

Somos descendentes diretos, como o Novo Mundo, do povo do Velho Mundo.

Isto é fato histórico e ponto.

Ass: Nilson Pereira.

terça-feira, 15 de novembro de 2011

E lá se vão 119 anos.

Por Nilson Pereira.


Quando os seis jovens remadores fundaram o Clube, sediado na Rua Paysandú, zona sul do Rio de Janeiro em 17 de Novembro 1895 no fim do século XIX, eles jamais poderiam imaginar que este clube se tornaria um dos mais famosos, poderosos e queridos de toda a história do esporte mundial.

Um clube em que sua torcida, uma verdadeira nação com mais membros que países como a Argentina, é o seu maior patrimônio. Um clube cujo todos os títulos possíveis e imagináveis já foram alcançados. O clube de Zico, Junior, Nunes e Leandro, Adílio, Andrade, Domingos da Guia, Zizinho e Vavá e de Petckovic. Clube de tantos outros jogadores históricos, mas também, o clube de Newton, Philip, Cláudia, Humberto, Pedro, Marcos, Nilson, o clube da elite, o clube do povo. Clube dos cariocas, dos mineiros, dos paulistas, dos gaúchos, dos catarinenses, dos nordestinos, dos japoneses, dos ingleses, enfim, de todo o cidadão do mundo que ama e preza pela história do futebol mundial.

Este é o Flamengo. De tanta história, de tanta raça, de tantas vitórias, de tanta paixão. Um dos maiores vencedores de todos os tempos do futebol global. Um dos cinco clubes da elite do futebol brasileiro, que sempre foram da primeira classe do futebol tupiniquim. O ‘’dono’’ legitimo do Maracanã (afinal, Maracanã sem Flamengo não tem sentido, assim como Flamengo sem Maracanã). Eternamente o melhor do Rio. O maior do Brasil e o mais querido do Planeta. Torcida tombada como Patrimônio Cultural do Rio de Janeiro, a única cidade da História humana a ser Patrimônio Cultural da Humanidade. Parabéns, Flamengo! Meu Flamengo, seu Flamengo, nosso Flamengo!

O Flamengo intelectual, o Flamengo do povão, o Flamengo para sempre campeão.

‘’Eu teria um desgosto profundo se faltasse o Flamengo no mundo’’.

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

América e a coroa espanhola!


Por Nilson Pereira.

Sem dúvidas o maior Império da História (a nível territorial), Madrid já foi metrópole de grande parte do mundo,estendendo domínios nos 4 continentes conhecidos da Modernidade,inclusive de toda a América! Isto aconteceu na famosa ''Era dos Filipes'' (uma seqüência de 3 reinados Filipe II, Filipe III, Filipe IV), entre o fim do século XVI (1580) até meados do século XVII (1640,no que diz respeito a Holanda e as cidades italianas,e 1665 no que diz respeito a Portugal,Índia,e a Costa da África,embora D. joão V seja proclamado em 1640 em Lisboa,o Papa só o reconhece com a morte de Filipe IV)!

A influência histórica e historiográfica espanhola em nossa América é absurdamente evidente!

Segue um pequeno texto meu sobre a História do Império espanhol, assim como a simbologia da bandeira da Espanha:

A bandeira espanhola é constituída pelos 5 brasões dos 4 reinos que deram origem a que a Espanha como nação é hoje! Aragão, Navarra, Granada e Castela (Leão fazia parte de Castela, porém, com certa autonomia, por isso tem o símbolo na bandeira)! O reino de Aragão se torna a Catalunha de hoje em dia! O reino de Leão é anexado a Castela, porém, com certa autonomia, e historicamente mais importante do que o reino de Granada, por isso Leão, que se tornou Castela, está na bandeira espanhola com uma simbologia maior do que o reino de Granada! Os 4 reinos da Espanha no século XVI, época mais áurea da coroa hispânica são: Navarra, Granada, Castela e Aragão! Os símbolos da bandeira são em ordem de cima para baixo: Castela, Leão (que também era Castela), Aragão (Catalunha) e Navarra. No fundo, a pequena flor, representa o Reino de Granada. Por isso, na verdade são 5 símbolos, não 4 na bandeira espanhola. Porém, 4 reinos. O azul, é do símbolo de Castela, talvez o principal dos 4 reinos, já que foi Castela por exemplo, que conquistou e colonizou a nossa América, sobre o reinado de Fernando e Isabel! O amarelo vem da dinastia dos Habsburgos, família real que liderava a Espanha nos tempos áureos do Império espanhol, como na União Ibérica, quando Portugal foi anexado aos reinos espanhóis, na famosa ''Era dos Filipes'', assim como todo o território pertencente a coroa portuguesa, como a parte da América que é o Brasil hoje (ou seja, a Espanha neste período ficou com toda a América praticamente), assim como a costa da África e a Índia! A Espanha também anexou a seu território neste período algumas cidades italianas e a Holanda! O vermelho e da dinastia dos Bourbons, que governa a Espanha até hoje! Por isso a maior parte de vermelho na bandeira do país!

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Aberração na América Latina!


Por Nilson Pereira.

Para mim, a existência de movimentos neonazistas na América Latina é de uma estupidez (nos dois sentidos normalmente dado para essa palavra) absurda!

Por exemplo, eu, um típico latino americano, sou uma mistura de espanhol, italiano, grega, português, índio, congolesa (pelos menos são essas etnologias que eu conheço na minha árvore genealógica), como eu poderia ser intolerante com alguém por causa de etnologia?

Isto tudo é fruto do velho complexo (tão antigo quanto a América) em relação aos europeus. Ou pelas semelhanças, ou pelas diferenças.

Um dia isso acaba, se Deus quiser!

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Eu acredito no casamento!




Por Nilson Pereira.

Eu acredito no casamento pois este não foi idealizado pelo Altíssimo como um contrato, e sim, como realização de sonhos! Acredito porque este não foi estabelecido pelo Criador não como um jogo de interesses frio, mas sim, como complemento de uma vida! Acredito porque o Senhor dos senhores não o criou para ser mais uma experiência, mas para fazer ser o dinamizador eterno de uma vida! Acredito porque o Deus de tudo o que existe, não o criou para ser um evento cívico ou privado, mas para ser o momento mais feliz e especial da vida de uma pessoa! Mesmo com todos os casamentos falidos por gente que não entendeu o que ele é, mesmo com todas as dificuldades que o casamento possui, eu acredito em casamento, enquanto eu existir, enquanto o nosso Deus existir!! Viva o Senhor, viva o casamento! Não foi os homens que criaram o casamento, foi o Deus Altíssimo no ato da criação da humanidade! Deus abençoe o casamento!


'' O casamento abençoado e de sucesso se sustenta pela fé. Não na simples fé no casamento ou na família, mas sim na consciência de que casmento e família, fazem parte de projeto muito maior do que qualquer um de nós. ''

''O casamento não consiste na fácil união de dois corpos, mas sim na difícil união de duas mentes.'' Anônimo



O Cristão e o Casamento Civil
É válido casar simplesmente no civil? Ou é necessário casamento religioso para confirmar o civil?
Casamento é uma ordenança da criação, não uma ordenança de culto (a palavra refere-se a uma forma de adoração, não sendo necessariamente negativa). Ele difere fundamentalmente de algo como o batismo e a comunhão.
Ora, batismo e comunhão precisam estar associados ao culto apropriado. Por essa razão, o batismo e a comunhão católica não contam. Se bem me recordo, Calvino apontou que uma pessoa que foi batizada no catolicismo-romano não precisaria ser batizada novamente. Eu discordo disso. Essa pessoa jamais foi batizada. Um mórmon ou budista pode lançar um balde de água sobre mim, mas isso não corresponderá a um batismo cristão. Eu nego que católicos sejam cristãos; portanto, nego que o batismo católico seja batismo cristão. Assim, me oponho neste ponto a muitos reformados e demais cristãos.
Também, os reformados até mesmo registraram em algumas de suas confissões que somente pessoas devidamente ordenadas poderiam batizar ou servir a santa ceia. Trata-se de uma grande bobagem. Não existe base bíblica para isso. Antes, a Bíblia diz que todos os cristãos são sacerdotes em Cristo; já que somos sacerdotes, e por também não existir qualquer exceção explícita a isso, até mesmo uma criança ou mulher cristã podem em princípio servir a ceia, assim como uma criança ou mulher podem ensinar e pregar a palavra de Deus. A única proibição a elas é autoridade oficial na igreja. É uma grande diferença. Por questão de ordem na igreja, alguns indivíduos, mais provavelmente ministros, são designados a batizar e servir a ceia, mas isso não significa que somente eles podem fazê-lo. É uma negação direta do sacerdócio de todos os crentes restringir funções sacerdotais a ministros ordenados ― como se houvesse uma elite entre os crentes, que é precisamente aquilo a que os reformados dizem se opor.
Casamento é diferente, pois ele não está associado a qualquer culto. Antes, o que “faz” um casamento é o acordo entre um homem e uma mulher de constituir esse tipo de relacionamento. Deus é a única testemunha necessária, sendo ele testemunha de todo casamento, seja Deus explicitamente considerado ou não. O primeiro casamento não teve o testemunho de terceiros. Não existia Estado nem igreja ― a não ser que usemos a palavra “igreja” de forma tão vaga que Adão e Eva tenham contado como igreja, mas ainda perceberemos uma diferença, já que não houve culto formal. Assim, Estado e igreja não podem criar nem destruir um casamento ― o relacionamento não tem relação necessária com essas coisas, mas é constituído somente entre homem e mulher. O Estado e a igreja podem apenas reconhecer o acordo entre o homem e a mulher. A igreja deve ser especialmente cuidadosa com relação a isso ― ela não tem um poder místico para constituir a união, e por isso não deve reivindicá-lo.
A implicação é consistente com o que (espero!) a maior parte das pessoas já sabe. Reconhecemos que casais não cristãos estão de fato casados, não importando como tenha se dado esse casamento. Se as duas pessoas dizem que estão casadas, acreditamos que estão casadas; e poderíamos esperar delas um comportamento de pessoas casadas, aplicando-se assim todas as proibições contra o adultério, bem como a liderança masculina, a submissão feminina, e assim por diante. Se o homem fugisse com outra mulher e se casasse ela, não iríamos encolher os ombros e dizer “Bem, na verdade ele era solteiro, e por isso não fez nada de errado”. Não, iríamos dizer que ele já estava casado, e por isso cometeu adultério e poligamia. Em outras palavras, não importa se um casal realizou matrimônio por uma igreja, pelo Estado ou mesmo por uma cerimônia vodu ― se eles concordam que estão casados, eles estão casados. A cerimônia é apenas uma formalidade acrescentada ao acordo matrimonial “real”. É claro, a Bíblia registra cerimônias de casamento, mas como história, e não como um ensino doutrinário que essas cerimônias seriam necessárias para se fazer um casamento. O que DEUS uniu, não separe o homem ― o homem não tem poder de fazer nem um, nem outro.
Cristãos consideram o casamento como especial e espiritual. Eu concordo. Mas isso não justifica a tentação de transformá-lo em algo que ele não é. Ele não é um sacramento. É um acordo instituído na criação, não um culto. Reservar algum poder especial à igreja para “fazer” uma união matrimonial é pensamento católico. É atitude muito hipócrita protestantes, especialmente os reformados, discordarem do que estou dizendo aqui.
Para resumir, nenhuma cerimônia humana que vá além do acordo entre o casal é estritamente necessária. Todavia, quando vivemos numa sociedade, existem frequentemente cerimônias e condutas vinculadas a esse acordo matrimonial básico, de modo que ele pode ser reconhecido nessa sociedade, podendo o casal então agir como uma unidade conjugal. É por isso que fazemos registro no governo, etc. O casamento civil é aceitável porque nenhum Estado ou igreja de fato realizam o casamento.
Imagino que muitos cristãos ficariam desconfortáveis com o que estou dizendo aqui, mas está tudo baseado em tradições humanas. Tenha você apenas em mente que essa doutrina não torna o casamento algo mais livre, mas sim algo mais rigoroso. Estamos dizendo que Deus exige responsabilidade de todo casamento, não apenas dos realizados numa igreja. Ele exige que todos os casamentos não cristãos sejam submetidos a padrões bíblicos, e é claro, essas pessoas jamais podem viver à altura desse padrão.
No plano pessoal, você deve reservar um tempo para definir a questão com base na palavra de Deus, e não na tradição humana, de modo que sua consciência fique alinhada com a verdade. E assim você será livre para agir de forma confiante e honrada.
Vincent Cheung


'' Sempre casamos com a pessoa errada, ainda que seja ela a pessoa certa. No casamento, quando o casal está junto, um é usado por Deus para mudar o outro. A base do casamento não pode ser o sentimento, e sim a promessa de companheirismo eterno diante de Deus. O casamento é o que melhor expressa o Evangelho, a renovação da aliança não é simplesmente um ato de vontade, ela se baseia na Nova Aliança de Deus com os homens, no Evangelho, em quem Deus é. Quando casamos, testemunhamos na conservação da aliança, algo sobre Cristo ea Igreja. Alicerce o casamento nas Escrituras Sagradas, somos feitos para Deus e por Deus, o Casal é tipo a união de Cristo com a Igreja, é um plano de Deus, não nosso. '' John Piper, Don Carson e Tim Keller


''Casamento, eu creio, é o maior instrumento de santificação. Você é casado com uma pessoa que não atinge todas aquelas condições, para que você possa aprender “amor incondicional”. Você é casado com uma pessoa que precisa de misericórdia, então você aprende a concedê-la. Você é casado com uma pessoa que não merece. Então você aprende a dar-se por aquela pessoa que não responde apropriadamente, então você se torna “como” o Deus que você adora. Veja, você adora a Deus por essas coisas, mas não quer da isso a outros! Você adora a Deus pela “graça”... mas trata sua esposa de tal maneira como se ela não precisasse disso. Você adora a Deus por seu “amor incondicional”, mas você fica irritado com sua esposa quando ela não atinge suas exigências. Percebeu? Lembrem-se de Romanos 8:28-29, o objetivo de Deus em tudo em relação a seus filhos é torná-los imagem de Cristo. Quando pensamos em ser imagem de Cristo, 3 características veem automático na mente: Amor Incondicional, Misericórdia e Graça. Como você aprenderá amor incondicional se casar com alguém que cumpre todas as condições? Como aprenderá misericórdia, amabilidade, longanimidade e compaixão se casar com alguém que nunca falha com você? Que nunca é difícil com você? Que nunca peca contra você? Que nunca é lento para ignorar seu pecado e pedir perdão? Como você aprenderá GRAÇA ou derramar seu favor imerecido se você casar com alguém que merece sempre todas estas coisas boas? Ouça-me, o propósito principal do casamento, é que através dele, você se torne imagem de Cristo Jesus. Casamento, eu creio, é o maior instrumento de santificação Você se casará certamente com alguém que não atinge todas estas condições. Para que você possa aprender AMOR INCONDICIONAL, com alguém que precisa de MISERICÓRDIA, então você aprenderá a concedê-la. Você se casará com alguém que não merece GRAÇA, não responde apropriadamente, portanto você aprenderá a se tornar como o Deus que você adora. Você adora a Deus por estas 3 coisas, mas não quer concedê-las aos outros.''  Paul Washer

Sola Scriptura!

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