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Lex Luthor e o que eu seria sem Jesus.

Por Nilson Pereira.  Primeiramente quero deixar claro que este texto é destinado a cristãos bíblicos e maduros que entend...

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Nilson (Nil) Pereira

Nilson (Nil) Pereira
Um Discípulo Professor vivendo para ser Bíblico e Missional, Pastor de Família e Escritor Amador.

NOPP

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quarta-feira, 31 de janeiro de 2018

Devocional IPCarioca 31/01/2018 Cuidado com as muitas vozes (João 19:13-15; Romanos 8:15; Isaías 54:4)

Muitas vezes ouvimos muitas vozes para nos auxiliar a tomar uma decisão, principalmente se estamos indecisos, ou sabemos o que é certo se fazer, mas não queremos, já sabemos a resposta daquilo que precisamos realizar, mas queremos ouvir os outros para respaldar nossa decisão (na maioria das vezes já sabendo que são erradas).
No texto de hoje, verificamos o momento no qual Pôncio Pilatos está para tomar a decisão final de liberar a crucificação de Jesus. O líder romano já tinha ouvido sua mulher sobre Jesus, conforme Lucas nos relata no Evangelho de sua autoria, provavelmente estava indeciso quanto ao que deveria fazer, e escolheu ouvir o povo judeu (ou na verdade uma parcela dele) quanto o que deveria fazer em relação ao induto pascoal (que liberava um preso da condenação). Então o povo, cego espiritualmente, optou por liberar Barrabás, um preso político que almejava libertar Israel de Roma, exatamente o argumento que muitos críticos judeus na época usavam para desqualificar Jesus, uma vez que estes esperavam um Messias que os libertaria politicamente, não um que viria pregar o Reino Espiritual.
Obviamente a omissão de Pilatos foi a mais importante já feita por um ser humano, mas todos os dias nós somos omissos em alguma coisa. Também empurramos tarefas ou decisões que Deus atrelou a responsabilidade a nós, e acabamos, algumas vezes, a comprometer o que deveríamos mais proteger, como Família e Igreja, por exemplo. Os filhos de Deus são levantados pelo Espírito Santo com coragem e ousadia (Josué 1:9; Filipenses 4:13; Salmos 27;14;Isaías 43:5;1 Coríntios 16:13) , que muitas vezes não vem de nós, pois todo ser humano tem medo, mas aqueles que verdadeiramente estão em Cristo superam o medo (1 João 4;18), medo de errar, medo de perderem a reputação, medo de ser julgado.
O precioso teólogo, autor e pastor Tim Keller no excepcional ''Ego Transformado'' nos ensina a prática bíblica do auto-esquecimento, onde o genuíno cristão aprende do Evangelho que é vital para a caminhada de um discípulo de Jesus se esquecer, não ter opinião negativa ou positiva de si, mas se esquecer, e esta prática vem alinhada a suprimir qualquer tipo de medo do erro, tomar a decisão correta, entendendo que Deus é Soberano, portanto se Ele nos pôs para tomar decisões, é para nós tomarmos, ouvindo pessoas pontuais, que caminham com Ele (prioritariamente), mas entendendo que é covardia usar os outros de escudo. Tomar decisões é difícil, mas necessário, afinal, nos faz crescer e crescer nas nossas vidas é se tornar semelhante a Jesus. Cristãos maduros.
Que o Senhor nos conduza a um período de nos fecharmos Nele e nas pessoas que Ele escolhe para caminhar conosco, de modo que possamos parar de ouvir diversas vozes e possamos ouvi-Lo mais, afinal, segui-Lo muitas vezes significa desafiar a lógica humana, ser chamado de louco e ir de contra mão ao mundo e suas ideologias. Assim seguiremos vivendo os preceitos bíblicos sendo Sal que salga a Terra, e Luz que ilumina o mundo! Sejamos sábios de acordo com a Escritura.
Nilson Pereira

Devocional IPCarioca 30/01/2018 O Deus que multiplica nossas migalhas (João 6:1-14)

O texto de hoje mostra um dos milagres mais famosos que Jesus fez aqui na Terra. Um milagre que, além de saciar a necessidade dos presentes, é bastante simbólico.
O milagre relatado por João, é uma espécie de reflexo do que o Senhor Jesus faz frequentemente na vida de nós, Seus discípulos, Ele multiplica as migalhas em nossas vidas em prol do Reino de Deus,com o intuito de nos tornar semelhantes a Ele, sejam elas espirituais, intelectuais, emocionais ou físicas.
Nossas vidas nunca mais são sobre nós mesmos, é sempre sobre Ele, sobre tornarmos parecidos com Ele, por isso, mesmo vivendo naturalmente de migalhas por conta da nossa natureza adâmica, muitas vezes o Cristo nos multiplica na vida, seja como cônjuge, pai, mãe, líder ou membro de Igreja, profissional ou seja lá qualquer coisa que possamos ser, Ele faz isto para Sua Glória em nós, por amor a nós, e pelo Reino de Deus que vive nas nossas vidas.
Por mais ressuscitações, multiplicações, curas ou intervenções na Natureza que Jesus possa realizar, os Seus maiores milagres sempre serão a conversão genuína minha e sua, dos piores pecadores a pisarem neste mundo, que depois de conhecê-Lo, somos transformados de Glória em Glória, vivendo uma vida digna de ser vivida, sendo moldados e passando a nos tornar semelhantes ao Santo e Maravilhoso Deus.
Olhe para os céus, para sua vida e contemple ao Senhor pelas maravilhas que Ele tem feito na sua vida. Deus é bom o tempo todo em nossas vidas, é digno de confiança, e digno de ser adorado por nós! Louvemos ao Senhor pelas maravilhas que Ele faz nas nossas vidas, nas nossas Famílias, Igrejas e Sociedades!
Por Nilson Pereira

Devocional IPCarioca 29/01/2018 O cristão e o tempo (Eclesiastes 3:1-8)

Uma vez ouvi um filósofo dizer que o homem tem possibilidades de recuperar qualquer coisa nesta vida, menos o tempo. O tempo voa e quando um homem tenta segurá-lo ele é como um punhal de areia, escorre pelos dedos de uma mão. O tempo é precioso. Nos meus devaneios de nerd, uma vez conversei com minha esposa e também com uns amigos sobre volta no tempo, e chegamos a conclusão que Deus nunca permitiu e provavelmente nunca permitirá que o homem consiga tecnologia suficiente para dobrar a linha temporal, pois o tempo é um agente precioso na Santificação do cristão.
Ainda que o Senhor restaure coisas nas nossas vidas, Ele não permite que voltemos no tempo, antes, faz com que as cicatrizes sigam em nós, não como forma de tortura, mas como marcas da Sabedoria, as tais chagas de Cristo, que nos tornam mais parecidos com Ele, afinal, assim como os metais preciosos, as adversidades nos refinam, nos tornam melhores para que o Senhor, depois das mesmas, nos restaure como pessoas. (1 Pedro 1:7; Provérbios 17:3; Isaías 48:10). Nós olhamos para as marcas do passado e lembramos de onde saímos, e para onde o Maravilhoso e Bom Deus tem nos levado na estrada da vida. E isto é motivo de um alegria insubstituível.
É por toda esta questão, que os Apóstolos escreveram tanto sobre nos alegrarmos nos momentos ruins (tribulações), e deixar para trás o que já passou na nossa vida, pois contribuiu para sermos novas criaturas em Cristo Jesus (Romanos 12:12; Filipenses 3:12-13). O passado não nos define, o que nos define é Cristo, no sentido de que é a vida Dele em nós que define o que somos, literalmente somos outras pessoas. Ouvi de um teólogo algo impressionante uma vez: excesso de passado é depressão, excesso de futuro é ansiedade, por isso Jesus nos alerta a cuidar sempre do presente e deixar os outros tempos verbais com Deus (Mateus 6).
Neste momento, em que em nossa Comunidade em Plantação já temos dois Casamentos e dois bebês recém nascidos enquanto ela existe, eu me apego ao Senhor e penso no tempo com o coração cheio de agradecimento, afinal, nosso Deus é o Senhor de tudo, inclusive do tempo. A nós basta louvá-Lo por tudo, e cuidar de tudo o que Ele nos faz durante o tão precioso tempo nas nossas vidas. Deus é bom, o tempo todo, Deus é bom, como diz o salmista, e isto é o motivo da nossa alegria em todo e qualquer tempo.
Por Nilson Pereira

Devocional IPCarioca 26/01/2018 Sofrendo para a Glória de Deus (Provérbios 4:20-27; Hebreus 12; Romanos 8 )

Uma das coisas que mais são transformadas com a conversão é a forma de lidar com o sofrer.
Homens de Deus como Timothy Keller, John Piper, Agostinho, C. S. Lewis, entre outros, aplicaram a Teologia para entender o porque do sofrimento na vida cristã, e todos chegaram a mesma conclusão: sofremos para a Glória de Deus, sofremos para nos tornar parecidos com Jesus, por incrível que pareça, sofremos para o nosso bem.
Quando Salomão escreve sobre "guardar o coração" tenho para mim que é exatamente esta Teologia que era sua intenção de expor: entenda que tudo o que os discípulos de Jesus vivem é para nos tornar semelhante a Ele.
Nosso sofrimento é útil, e está é a diferença entre o sofrimento na vida do cristão e do ímpio, o sofrimento em Deus restaura, transforma, fora Dele destrói e pode levar a morte.
Viver é sofrer. A questão é sofrer para a Glória de Deus, de forma Bíblica, por aquelas coisas que realmente valem a pena. Sofra com propósito. Não tenha tempo para sofrer a toa.
Nilson Pereira

Devocional IPCarioca 25/01/2018 O cristão e a solidão (Isaías 41:10; João 14:16-18; Salmo 23;4; Gênesis 2:18)

A solidão é frequentemente apontada como um dos maiores medos das pessoas. O medo de ser só na estrada da vida é algo que acomete a muitos, inclusive a muitos cidadãos do Reino de Deus. Porém, não deve ser assim. Se formos observar os textos escolhidos de hoje, perceberemos que, mesmo se nos faltar pessoas, o Senhor nos acompanhará, ainda que ''no vale da sombra da morte''. Quando Deus elege alguém, Ele é Fiel até o fim. Conheço muitos que podem testemunhar neste sentido.
Existe um tipo de solidão que é bastante triste, a solidão de pessoas cercadas por outras pessoas. Por isso a essência dos Mandamentos do Senhor está no amá-Lo sobre todas as coisas e ao próximo (e repito, quanto mais próximo, mas se deve amar) como a nós mesmos. Quando um solitário valoriza a companhia do Senhor e do próximo (poucos ou muito próximos, não importa), o Espírito Santo exonera o sentimento de solidão de nós. Muitas vezes a solidão nos acomete por falta de valorização de um dos principais fatores que formam a vida cristã: a Teologia Relacional.
Viver o Evangelho é obrigatoriamente se relacionar. Não existe Cristianismo sem relação. E esta, a relação, é o antídoto para o destrutivo sentimento de solidão. Fomos chamados para comunicar Jesus, se relacionar com Ele, e fazer isto transbordar para os outros. O cristão solitário é aquele que precisa viver de forma relacional, e isto se dá intencionalmente, muitas das vezes,
Que a Palavra de Deus viva nas nossas relações, até que Ele volte, pois Ele vai estar conosco até o fim dos tempos. Nunca mais fomos e seremos solitários, pois o Maravilhoso e Amoroso Deus nos acompanha aonde quer que vamos, ainda que seja no terrível vale da sombra da morte. Glória a Deus nas alturas por isso.
Por Nilson Pereira

Devocional IPCarioca 24/01/2018 Deus busca pessoas sinceras e dispostas (Hebreus 4:14-16; Mateus 21:28-32)

Não importa qual credo você comunga, nem sua opinião quanto a Fé cristã, o Cristianismo é indiscutivelmente e historicamente, um dos (ou talvez o) maiores pilares da Sociedade. Isto faz com que haja muitos cristãos nominais, pois o Cristianismo em muitas sociedades é ''pop''. Porém, o que torna alguém cristão de verdade? Nestes textos escolhidos para hoje, o Senhor guia-nos para um entendimento: Deus ama a sinceridade do coração humano.
Deus sonda e conhece qualquer um, mas quando alguém é sincero diante Dele, as coisas podem mudar de fato. Se mesmo numa relação entre humanos, a sinceridade é vital, quanto mais na relação entre o ser humano e o Deus Altíssimo. O cristão não tem escolha, se quer realmente ser biblicamente genuíno, deve ser sincero. Não existe Cristianismo que floresça fora de uma vida sincera e reta diante de Deus. Por isso, diz a Bíblia e não eu, se levarmos nossas vidas com máscaras e segredos, nós vamos cair.
Ser cristão é confiar que Cristo é o motivo de sermos perdoados sempre, e por isso não ter porque omitir ou mentir, afinal, se o nosso mais importante relacionamento jamais será abalado por pecado algum, porque iríamos agir de qualquer outra forma se não for sincera? Se alguém é de fato escolhido por Deus para caminhar com você, certamente o Senhor tocará no coração desta pessoa para seguir contigo também, não importando o que aconteceu entre vocês.
O nosso problema está no fato de não confiarmos de verdade em Deus, se confiarmos seremos sempre transparentes, com Deus, conosco e com o nosso próximo. Quando entendermos que TUDO, absolutamente tudo na nossa vida pertence ao Deus que é o nosso Senhor e Dono, inclusive as pessoas que caminham conosco, confiaremos sempre Nele, seguiremos sendo sinceros e aptos para que Deus mude nossos corações para alcançarmos o maior alvo da nossa vida: sermos semelhantes a Cristo Jesus. Confiemos no Maravilhoso e Bom Deus todos os dias das nossas vidas, Ele é digno de toda e total confiança!
Por Nilson Pereira

Devocional IPCarioca 23/01/2018 Em Cristo qualquer renuncia e sofrimento vale a pena (Isaías 53; Gálatas 6:14-18)

John Piper, um dos pastores/teólogos mais importantes que este mundo já viu, tem como uma de suas maiores marcas no ministério o lema: se você é um cristão, você vai sofrer!
Esta é uma verdade bíblica. Não existe vida cristã sem sofrimento, por isso o evangelho fast-food pregado na teologia neopentecostal é tão absurdo. Não tem como viver para imitar a Jesus sem sofrer. Na verdade, não existe vida aqui na Terra sem sofrimento, a diferença é que sofrer como cristão torna nosso sofrimento útil, necessário e transformador, sofrer fora de Cristo é solitário, muitas vezes desesperador e até mortal.
A depressão é a doença mais proeminente do presente século, pessoas de diversas classes sociais e faixas etárias sofrem deste mal. Não há momento nem pessoa certa que podem ser acometidos por este mal. Cristo faz com que nossos sofrimentos possam ser filtrados e direcionados a nossa melhoria como ser humano e discípulo Dele.
Sofrer como cristão não é em vão, no mundo muitas vezes é, sofrer sendo discípulo de Jesus não é só dor, humilhação ou desespero, é ganhar as chagas de Cristo em nós, ser perseguido por causa Daquele que nos define (se você é realmente um cristão somente Cristo pode definir o que você é, ou há algo de muito errado na sua vida) nos torna aptos a seguir buscando o maior sentido da nossa vida: nos parecer com Ele. Deus usa o sofrimento e as diversas renúncias diárias nos quais somos submetidos por causa do que cremos para nos refinar, nos redefinir, nos transformar como pessoas, discípulos, cidadãos.
O cristão precisa sofrer, é necessário, mas nosso Deus é Aquele que, como diz minha linda esposa, transforma nossas fezes em adubo e faz nascer as mais belas flores neste solo adubado. Sofremos com alegria porque entendemos a quem pertencemos. Sempre.
Por Nilson Pereira

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