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Lex Luthor e o que eu seria sem Jesus.

Por Nilson Pereira.  Primeiramente quero deixar claro que este texto é destinado a cristãos bíblicos e maduros que entend...

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Nilson (Nil) Pereira

Nilson (Nil) Pereira
Um Discípulo Professor vivendo para ser Bíblico e Missional, Pastor de Família e Escritor Amador.

NOPP

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segunda-feira, 15 de janeiro de 2018

Devocional IPCarioca 13/01/2018 A realidade humana e a esperança do Evangelho (Romanos 7:15-25)

A realidade natural humana é terrível. Quase todos nós destruímos naturalmente o que julgamos amar, e mesmo os pseudo bem sucedidos, no fundo são infelizes no fim das contas, buscando prazeres hedonistas. Isto se dá porque somos membros de uma raça caída, emergida no pecado desde que nascemos, filhos de Adão.
Por séculos, doutrinas humanas tentam aliviar esta realidade, mas no fim das contas, é só observar o decorrer da História que notamos a real condição humana. Esta é sem dúvidas uma realidade terrível, que esmaga qualquer fio de esperança intelectual que alguém pode ter na sociedade em que vive, ou em si mesmo.
Mas, à aproximadamente 2000 anos atrás Deus enviou Jesus, o portador do Evangelho, que no grego significa ´´Boas Novas´´, e eis que surge então não somente um fio, mas todo um duto de Esperança. Jesus não veio somente para que, Nele, Deus tivesse uma faceta humana, mas veio para, Nele, por Ele e a partir Dele, o Altíssimo gerasse uma humanidade regenerada, de modo que, o bem que muitas vezes queremos, mas não conseguimos fazer, Ele fizesse por nós e em nós.
Talvez você já seja cristão e já ouviu este roteiro inúmeras vezes, mas seja honesto consigo mesmo, você vive como se esta fosse a única realidade que te cerca? Não estamos falando de um conto literário aqui, mas sim da sua prezada vida. Jesus é o renovo de Esperança que faltava a nós, todo discípulo Dele tem uma História terrível para contar (os não cristãos vivem dizendo que todos nós somos ex alguma coisa), um vazio em tudo que fazíamos, seja os que tentavam acertar e obviamente eram fracassados, seja os que entendiam a caída condição e caiam dentro da lama em que os cercavam. Mas um dia, nós vimos o Senhor, e a partir daí tudo mudou. Nossas vidas passou a fazer sentido, saímos deste maldito labirinto sem saída que é ser um humano natural.
E em Cristo e por Cristo que um ser humano consegue viver o Evangelho, a Bíblia que para os ímpios é tão difícil de se obedecer. E em Cristo e por Cristo que um discípulo consegue seguir casado até a morte com outro, mesmo as vezes sendo tão difícil se aturar, quanto mais outra pessoa.E em Cristo e por Cristo que um cristão consegue criar uma criança para ser um cidadão exemplar, da Terra e da Nova Jerusalém, mesmo o mundo sendo um lugar cada vez mais inóspito. E em Cristo e por Cristo que alguém consegue ser membro da mesma Igreja o resto da vida, mesmo lá sendo o hospital e haver sérias contaminações muitas vezes. Cristo nos faz superar nossa humanidade limitada nas coisas mais importantes da vida.
Pensando nisto tudo, eu só consigo clamar ao Senhor, para que eu e meus irmãos possamos entender A Maravilhosa e Boa Vida que o Maravilhoso e Bom Deus tem para nós, que não possamos viver como ímpios professando a Fé no Salvador, porque isto também é uma condição terrível. Assim como clamo ao Senhor que alcance mais pessoas que ainda não entenderam que o labirinto do Pecado pode ter um fim. Em todos os casos, que Ele tenha misericórdia profunda de nós.
Por Nilson Pereira

Devocional IPCarioca 12/01/2018 O cristão e o mundo das relações descartáveis (Provérbios 27:17)

Uma das funções mais importantes da Igreja Cristã é ser bíblica, e isto implica diretamente em caminharmos contra a direção que o presente século dá aqueles que estão debaixo da sua orientação quase sempre. Ser cristão é quebrar sofismas, o que James Bryan Smith vai chamar no excelente livro ´´O Maravilhoso e Bom Deus´´ de falsas narrativas. O mundo tem como grande ídolo o mito da felicidade, e isto faz com que os relacionamentos sejam descartáveis se ´´pisarem no nosso calo´´, e que devemos pegar atalhos para alcançar o deus do presente século, a felicidade. Nossa sociedade é hedonista e egoísta, e este é o grande principado que nós, cristãos, devemos lutar contra.
Alguns exemplos corriqueiros das falsas narrativas seculares para ilustração: se o mundo diz que se um casal morar junto é como se fosse um casamento, a Bíblia não reconhece tal prática, ao contrário, a reprova e a chama de fornicação, pois aponta para importância de um Casamento oficial para o reconhecimento de Deus, o Casamento segundo as Escrituras é todo o complemento e ritual social, inclusive o registro em cartório. Se o mundo diz que o importante é ser feliz em toda circunstância, a Bíblia diz que o importante é viver para ser semelhante a Jesus e isto implica em sofrer em muitos momentos também. Se o mundo diz que os relacionamentos podem ser descartáveis se te impedem de ser feliz e que nós não somos obrigados a ´´aturar´´ ninguém, a Bíblia diz que Deus escolhe as pessoas que vão aparecer no nosso caminho para nos moldar, e que, se Ele não apontar para um rompimento de relação (e aqui me refiro em todo o tipo de relação, não só o matrimonial) não devemos extirpar aquela pessoa do nosso caminho.
Ser cristão é não desistir das pessoas, por mais difícil que seja seguir. Há alguns anos li o livro ´´Perfil de 3 Reis´´, onde o autor Gene Edwards, afirma que Deus escolheu Saul para que Davi não fosse como o citado, de forma que Saul foi usado por Deus para torná-lo um homem segundo o Seu coração. Ao ler a História do maior Rei de Israel contida no primeiro e no segundo livros canônicos escritos por Samuel, notamos que Davi nunca permitiu que Saul fosse extirpado do seu convívio por conta própria, antes deixou que Deus agisse em seu lugar (1 Samuel 24:1-22). Mesmo longe de ser perfeito, Davi entendia que a existência de Saul era fundamental para que Deus o tornasse quem ele deveria ser, não quis controlar sua própria vida, antes, deixou todo o controle da mesma nas mãos do Senhor sabiamente. Não foi hipócrita, de fato lançou mão de sua própria vida.
As vezes, nosso Saul são nossos pais, nossos líderes eclesiásticos, ou até filhos ou cônjuges, e nós precisamos entender que, se realmente somos filhos de Deus, estas pessoas são fundamentais para que Deus siga escrevendo nosso destino. Absolutamente tudo coopera para o bem daqueles que amam a Deus (Romanos 8:28), e as pessoas que vão aparecendo também. Não cremos no acaso, cremos num Deus Soberano e que nos ama a ponto de enviar seu Filho Unigênito para se dar em Sacrifício por Seus escolhidos. Vale lembrar que o Salvador sempre soube que Judas o trairia, no entanto, este teve o mesmo tratamento e investimento que os demais discípulos. Que possamos parar de hipocrisia e realmente viver para sermos como o Senhor Jesus e os homens que viveram para O imitarem.
Por Nilson Pereira

Devocional IPCarioca 11/01/2018 O Deus que sonda nossas motivações (Tiago 4:1-10)

Existe um seriado de comédia na Netflix chamado ´´The Good Place´´, algo que traduzido seria ´´O bom lugar´´. A trama gira em torno de 4 personagens que foram mortos e supostamente teriam ido para o Paraíso. Dois deles percebem de cara que havia algo errado, por conta de sua conduta aqui na Terra, os outros dois não, pois se julgam merecedores de estarem ali, pois teoricamente, suas condutas foram proveitosas. Uma personagem chamada Tahani Al-Jamil, dedicou sua vida em obras de caridade, porém, o seu problema estava na motivação de fazê-las, e muitos de nós, discípulos de Jesus, caímos neste grotesco erro também.
Uma das obras literárias que servem como pilar da nossa sociedade é ´´O Príncipe´´, publicado em 1532, por Nicolau Maquiavel, onde o mesmo expõe a máxima ´´O fim justificam os meios´´, e tal frase se tornou uma espécie de mantra social no Ocidente desde então. Não importa o que te motivou estar ali, nem que obras te levaram ao resultado final, o que importa é o deferido resultado. Este movimento terrível move o presente século.
O presbítero Tiago vai nos alertar que Deus se importa com toda a operação, desde o sentimento que move o pensamento estratégico até a ação que leva as atitudes de um crente, não apenas como o que o mesmo fez em prol do Reino supostamente. Por isso, em diversas passagens, a Escritura nos alerta a refletir constantemente, submeter todos os sentimentos e pensamentos ao Evangelho de Cristo, nos examinar, ouvir mais, falar menos, planejar nossas ações.
O cristão maduro não é aquele movido por impulsos, e que deixa para se resolver com Deus depois, não, ao contrário, o discípulo bíblico do Senhor é aquele cujo o embrião de uma ação ou projeto já são consagrados ao Senhor, ou extirpados de sua mente ou coração. É aquele que o Espírito Santo, mediante as Escrituras, já filtram de início o que se deve ou não ser levado a sério e ir em frente.
Deus penetra no mais profundo íntimo do homem, é Senhor sobre os átomos que compõe nossas células, Deus Soberano sobre sobre todos os pensamentos, sentimentos e ações. Isto deve gerar temor, mas também alívio aos sinceros seguidores do Rei Jesus, que vivem para se tornar semelhantes ao Salvador. Que Cristo Jesus reine em nós em tudo que carrega nosso DNA e assinatura.
Por Nilson Pereira

Devocional IPCarioca 10/01/2018 O Amor que devemos seguir como padrão bíblico (1 Coríntios 13:4-7)

Tudo que envolve o Senhor tem como marca o Amor. Ele é uma das definições de Deus, uma das características mais importantes que marcam Sua presença. Nas Escrituras entendemos que o amor é um hábito, conforme James K. Smith descreve na maravilhosa obra ´´Você é aquilo que ama´´. O Amor se pensa, se sente, mas acima de tudo é uma atitude que se torna habitual.
O texto de 1 Coríntios 13 é um dos mais famosos das Escrituras, é uma poesia bíblica sobre MATURIDADE (como toda a carta o é) em que o apóstolo Paulo descreve o Amor, pois entendê-lo e vivê-lo de forma bíblica é o maior fator de amadurecimento que há. Todo ser humano, mesmo os não cristãos tentam reproduzir o padrão de Amor que as Escrituras descrevem, e isto é inato.
O pecado também afetou nossa capacidade de amar, como tudo o que Deus criou de mais nobre no ser humano dentro da Imago Dei, tornou este hábito sublime( o mais importante dos diversos hábitos que adquirimos e precisamos, a Psicologia diz que a mente humana só funciona em hábitos) distorcido dentro da nossa natureza humana, tornamos o que deveria ser amor em obsessão, paixão doentia, idolatria. Muitas vezes somos sinceros ao dizer que queremos amar alguém, mas simplesmente não conseguimos, porque não temos a redenção de Cristo no hábito do Amor, e como cremos na Soberania irrestrita do Altíssimo, simplesmente podemos dizer que Deus escolhe sim, também, a quem devemos ter o mesmo Amor Sacrificial que existe em Jesus Cristo.
Viver, ainda que em lampejos, uma vez que nossa natureza pecaminosa ainda pode interferir em nossas vidas, o Amor que a Escritura descreve e nos manda existir para viver, nos torna parecidos com Jesus de uma forma ímpar, afinal, aquele que dá a sua vida pelos seus é o que mais ama (João 15:13).
Aprendemos com Deus o que é de fato este sentimento que move a humanidade e sempre moverá, para amarmos certo, mediante a direção de Cristo Jesus em Mateus 22:34-40, primeiro a Deus sobre todas as coisas, e depois ao nosso próximo como a nós mesmos (seguindo a ordem, cônjuge, Família, irmãos da Igreja Local, Sociedade e etc). Não existe Amor como hábito sem sacrifício em prol do outro, sem todas as características descritas em 1 Coríntios 13, se não entendemos isto seguiremos achando que o Amor é o que o mundo prega tentando adaptar as verdades imutáveis de Deus a realidade caída secular, que o Amor é um sentimento forte que sentimos por alguém, e este sentimento te levará novamente a idolatria, ao sofrimento sem propósito, a escravidão. Somente em Cristo podemos amar alguém e entender o que é o Amor. Que Amemos uns aos outros conforme Aquele que define o Amor, não conforme Hollywood define.
Por Nilson Pereira

Devocional IPCarioca 09/01/2018 Cristo é a fonte do conhecimento (1 Coríntios 1:5)

Nunca antes na História uma geração teve tanto contato com a informação quanto a nossa. O advento da Internet propiciou com que qualquer um com um telefone celular possa pesquisar sobre Física Quântica em segundos.
Vivemos o tempo das falsas impressões, do relativismo ferrenho, de uma multidão de pessoas supérfluas que pensam ser profundas. Obviamente é impossível se tornar um expert em qualquer coisa com um consulta apenas, mas nossa geração tem a falsa sensação de que é possível.
Tal fato tem gerado conflitos inúmeros no âmbito das redes sociais e também fora dele. De forma triste, as pessoas hoje pensam que sabem de tudo, acabam frequentemente tropeçando nas próprias pernas.
Nós cristãos não podemos nos render a este surto que afeta o presente século. Precisamos manter o foco e entender que o Cristo das Escrituras é a verdadeira fonte de todo o conhecimento que precisamos. Nele se explicam todas as coisas, as que precisamos saber, e a que não saberemos nesta Terra.
Se nossa mente estiver sempre no Evangelho, não nos desviaremos nunca, pois o nosso alicerce será sempre a única verdade absoluta que existe. Jesus é a gênesis do nosso saber, o pilar da nossa intelectualidade. Que este conceito seja sempre o nosso motivo de viver e de nos manter sãos intelectualmente em todas as circunstâncias.

Por Nilson Pereira

Devocional IPCarioca 08/01/2018 Aprendendo com Cristo a amar o imperfeito (João 13:35; Mateus 22:34-40)

Um dos mais importantes e emblemáticos ensinamentos de Jesus é: ''amar a Deus sobre todas as coisas, e ao próximo como a ti mesmo''. Segundo o nosso Senhor, esta frase resume todo o Evangelho. Muitos de nós precisamos entender o contexto que engloba afirmações canônicas como esta. Por exemplo, para um cristão verdadeiro, seu cônjuge é o próximo ''mais próximo'' que pode existir. Em um casamento genuíno, você vai dormir e acordar todos os dias ao lado dele (a). Portanto, deve ser a pessoa que o tal cristão mais ama depois de Deus. Martinho Lutero, por exemplo, dizia que o Casamento é a maior Escola do Caráter, uma vez que, ao ser a relação humana que demanda maior intimidade, é também a que mais testa alguém quanto a Fé.
Nós não somos cristãos verdadeiros se não amarmos nossos cônjuges como Cristo ama Sua Igreja, de forma que, nada adianta amar qualquer outra pessoa se antes não amarmos a pessoa que prometemos diante de Deus viver ao lado em toda circunstância e para sempre. Não importa quanto úteis sejamos para o Reino, seremos reprovados. E isto não importando quem é tal pessoa, nem a condição de saúde do Casamento.
Para um cristão que almeja ser bíblico a Igreja Local e a Família são as instituições mais importantes que existe. Porém, elas nunca serão o que nós queremos que sejam. O desafio cristão é exatamente este, amar as duas acima de tudo e abaixo somente de Deus mesmo elas sendo imperfeitas para mim e para você. Este é o grande teste do Evangelho: ser semelhante a Jesus também amando pessoas imperfeitas, muitas vezes as que mais te ferem, pois como dizem, só nos machuca aqueles no qual você espera algo, e quanto mais se espera, maiores as chances disto acontecer.
Querem saber? Se Deus está na nossa Família e Igreja, por que temer amá-las? Primeiro porque nada nos torna mais próximos de Jesus do que isto, segundo que Deus torna didático absolutamente tudo na vida cristã (para forjar um Davi, Deus usa um Saul, com a intuito de forjar caráter), terceiro porque Deus é bom o tempo todo, Sua vontade é boa, perfeita e agradável (Romanos 12:2) e somente Ele tem condições de discernir o que é bom para Seus filhos, mesmo que pareça desesperador para nós a princípio, nós sempre acabamos dando o braço a torcer de que precisávamos passar por isso ( o livro de Salmos tem todo o contexto que demonstra isto, por exemplo).
Não temos desculpas para não amar, primeiro a Família e a Igreja Local, desobedecer uma das ordens mais importantes de Jesus não tem a ver com imperfeição das pessoas, e sim com o nosso ego, com nosso medo anti-bíblico de sofrer e de ter o controle da nossa vida. A grande verdade é esta. Deixemos Deus controlar tudo em nós sempre, inclusive por quem devemos ter uma vida de sacrifícios, nada é mais difícil e mais prazeroso do que perder o controle da nossa vida para Deus, e que possamos amar sem medidas.
Por Nilson Pereira

domingo, 7 de janeiro de 2018

Devocional IPCarioca 06/01/2018 Anunciando o Evangelho por Cristo Jesus (Mateus 10:20)


A Grande Comissão (Mateus 28:16-20) é um dos textos mais importantes de toda a Escritura, mais do que uma ordem de Jesus, ele é um texto que define o que somos, pregadores do Evangelho de Cristo.
Sim, todo discípulo de Jesus é um pregador do Evangelho. Pregar não é só estar num púlpito semanalmente falando para diversas pessoas, pregar é o fruto de uma vida devocional em Cristo Jesus. Quem vive devocionalmente sempre tem o que compartilhar em Cristo, e o fruto do relacionamento entre Deus e nós é a pregação. Isto se dá nas conversas da esquina, nas redes sociais, e em tudo que envolve Comunicação.
Por mais que um irmão ou outro tenha mais habilidade em comunicar-se, todo cristão maduro e saudável tem o que compartilhar, e não só tem, mas deve.
A Palavra de Deus é poderosa, não o seu interlocutor. Ela é que penetra nos corações e salva, meidante a ação do Espírito Santo. Ser anunciador do Evangelho é identidade, é definição na vida dos seguidores de Jesus, não é opção.
Muitos de nós vive de forma medíocre por não ter como estilo de vida, o Evangelho, seja para discipular (e ser discipulado) seja para fazer novos discípulos para Jesus. A Bíblia diz que a boca fala do que o coração está cheio, e a pergunta que o Senhor nos faz é, do que o nosso coração está cheio?
Rogo que seja sempre daquilo que é mais importante no Universo: O Evangelho!
Por Nilson Pereira

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