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Lex Luthor e o que eu seria sem Jesus.

Por Nilson Pereira.  Primeiramente quero deixar claro que este texto é destinado a cristãos bíblicos e maduros que entend...

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Nilson (Nil) Pereira

Nilson (Nil) Pereira
Um Discípulo Professor vivendo para ser Bíblico e Missional, Pastor de Família e Escritor Amador.

sexta-feira, 15 de dezembro de 2017

Devocional IPCarioca - 15/12/2017 Sem Deus nada podemos fazer (João 15:5)

A vida humana é extremamente frágil aqui na Terra. Uma gripe, ou qualquer outra doença causada por algum microrganismo pode nos matar inesperadamente. Ao mesmo tempo, somos capazes de construir obras monumentais ou estruturas milenares. Este é o grande paradoxo da vida: seres frágeis que, devido a Imago Dei podem fazer coisas significativas. Ele nos usa, apesar de nós.
No fim das contas, Salomão tinha toda razão quando disse que tudo o que fazemos não passa de vaidade em Eclesiastes. Pois a grande realidade é que só respiramos ainda porque Deus quer. Para alguns, esta compreensão é tão desaforo que leva-os ao ateísmo, pois o homem não suporta ser tão frágil e tão incapaz de controlar sua vida, que a idéia de Deus fazendo isto é intragável. Para outros, entender está verdade absoluta é o único conforto possível, pois geralmente, tudo que estes requeriram o controle, perderam, sofreram e se feriram.
Jesus diz no Evangelho de Mateus para que todos os cansados e sobrecarregados venham até Ele, e sem exceções, este é o estado que se encontram todos os que puseram a mão no volante da sua própria vida. Este texto, o de Mateus 11:28-30, deve ser o maior refrigério de nossas almas, e não uma ofensa.
Que nós possamos aprender de uma vez por todas a deixar o único que nos amou quando ainda éramos apenas pecadores insuportáveis dirigir nossas vidas, confiando Nele de verdade, não de boca, mas do fundo da alma, pois a frase "Sem mim nada podeis fazer" nao é só bela, é o retrato da condição humana. Por mais ofensiva que possa parecer aos nossos ouvidos, estou é a mais pura verdade absoluta. Confiemos no Senhor sempre. Seja na vida, seja na morte. Que nossa confiança nunca mais seja hipócrita ou seletiva, antes, seja completa e integral.
Por Nilson Pereira

Devocional IPCarioca - 14/12/2017 O único refúgio verdadeiro está no Senhor. (Salmo 73:28)

A vida humana é repleta de altos e baixos. Muitas vezes, aqueles que aparentam estar alta todo o tempo o fazem por pura ilusão, afinal, a vida não é um comercial de margarina constante. Rimos na mesma proporção que choramos, ganhamos as vezes perdendo, e perdemos achando que ganhamos. Todo ser humano tem seu drama particular.
Por conta destas sucessivas quedas e ascenções, muitos de nós acabamos mergulhando em tristezas, que podem vir a gerar a doença mais popular no presente século, a depressão.
Como seguidores de Jesus, entendemos que só uma saída contra tal enfermidade e qualquer outro tipo de burn out possível, se refugiar no Senhor. Mas como seria viver tal descrição feita pelo salmista no texto escolhido? Se refugiar no Senhor é viver para Ele integralmente, não importa qual é sua Família, sua profissão ou sua trajetória de vida, é viver tudo para a Glória de Deus, buscando se parecer com Jesus em tudo o que vivermos.
Nós não transformamos a vida cristã em um hábito, a usamos como uma espécie de ferramenta a ser usada quando aprouver, e aí está o erro. Ter Deus como refúgio é estar Nele o tempo todo, sem distinção entre vida secular e sagrada, afinal, paraum cirstão, não existe tal diferenciação. O cristão é santo (no sentido etmológico do termo, de ''separado''), e tudo o que ele vive também é.
Viver refugiado em Deus não afastará os problemas, mas nos fará vivê-los Nele, refugiados no Criador, o que torna tudo diferente, mais leve e transformador. Somos pecadores e vivemos num mundo tomado pelo pecado, portanto, não podemos nos livrar das fezes que nos cercam, mas caminhando com Deus com toda mente, alma e corpo, integralmente, podemos tranformá-las no mais puro adubo, o que nos fará crescer, nos alegrar e dar valor aquilo que merece (não ao nosso próprio ego e vaidade) em toda a circunstância. Deus é bom o tempo todo, e só entende a beleza disto e da vida, quem vive refugiado Nele. Não há melhor lugar para se viver.
Por Nilson Pereira.

Devocional IPCarioca - 13/12/2017 O Deus fiel e digno de confiança, apesar de nós (Isaías 54:10)

Apesar de se referir a Israel do Antigo Testamento, este texto nos apresenta uma faceta única do Deus que servimos, um Deus que é imútavel e que leva a sério tudo o que declara, um Deus cujo as características não são oscilantes como as nossas, ao contrário, são firmes e indisolúveis.
Neste texto, Deus está prometendo aos escolhidos dentro do povo de Israel que, mesmo que estruturas naturais que representam para nós total segurança empírica (somos seres sensoriais cujo qualquer tipo de abalo sísmico ao nosso redor é capaz de nos trazer profundo pavor) sejam abaladas ou destruídas, a Fidelidade e a Aliança de Paz estabelecida entre o Senhor e eles nem se quer abalaria.
Sem dúvidas, estas são palavras dignas de confiança. No terceiro capítulo do livro ''O maravilhoso e bom Deus'' o autor James Bryan Smith declara, trazendo exemplos bíblicos e cotidianos, o quanto Deus é digno de confiança, fala de falsas narrativas em relação a confiar, e declara abertamente: ou confiamos totalmente, ou não confiamos.
Tudo na vida cristã é um hábito, e confiar em Deus também é. Paremos e pensamos em toda a trajetória da nossa vida, sem romanceá-la, de forma racional, não é fato que mesmo os piores momentos depois de tornarmos discípulos de Jesus passaram a ser coisas boas, que nos fizeram crescer ainda mais como seres humanos depois? Em algum momento Deus realmente nos deixou sozinhos em alguma coisa?
Certamente, se você é um cristão maduro, as respostas te levaram a confiar de corpo e alma no Senhor, o único digno de confiança, Aquele que é o único motivo que nos garante em tudo o que amamos e fizermos, seja Casamento, seja Igreja, seja Carreira, seja o que for, se foi Deus quem realmente nos pôs, será algo com as características Dele, porque passa a ser Missão, não apenas acontecimentos: imútaveis, transformadoras, pedagógicas e indestrutíveis.
O reformador João Calvino dizia que tudo o que ele quis por em suas mãos, perdeu, mas tudo o que ele, por amor, pôs nas mãos de Deus, durou para sempre. Confiemos no Senhor verdadeiramente, e não mais em nós, pois Ele é sem dúvidas o único ser digno de total e completa confiança. Sem Ele, nem se quer respiraríamos, o resto é simplesmente resto. Que possamso abandonar tudo o que Ele não nos pôs, e nos deleitar Nele em tudo o que Ele escolheu para nossas vidas. Deus é bom, e é digno de confiança.
Por Nilson Pereira

terça-feira, 12 de dezembro de 2017

Devocional IPCarioca - 12/12/2017 - Que a Palavra de Deus viva nas nossas emoções (Provérbios 4:20-27)

A Ficção Científica é um dos grandes termômetros do foco de busca do homem, seja com um conhecimento religioso ou científico. No século 19, onde ela teve sua gênesis, o foco era o fundo do mar, o centro da Terra, os locais geográficos do planeta que não foram explorados ainda. No século 20, o espaço sideral foi o grande foco, devido a inauguração da NASA, e a expansão espacial na Guerra Fria. Hoje, com o avanço da Psicologia, a psique humana passa a ser o foco principal das produções da Cultura Pop, as emoções humanas passam a ser exploradas (como a animação da Pixar ganhadora do Oscar ''Divertida Mente'', por exemplo.
A capacidade de se emocionar ( no sentido de ter emoções, não no popular, de perder o controle sobre elas) é hoje o maior foco de estudo, pois o homem percebeu que já conhece todos os cantos do planeta que vive, conhece consideravelmente o Espaço Sideral, mas não conhece a si mesmo. Isto se dá porque usa os meios errados para tentar se descobir, pois somente se relacionando com o nosso Criador podemos de fato nos conhecer, sendo impossível entender o ser humano sem a Teologia. João Calvino dizia que, quanto mais de Deus pertencermos, mais de nós mesmos conheceremos e teremos o controle das nossas emoções, e isto é uma verdade Bíblica.
Mesmo a Cultura Pop, se vale o tempo todo da jóia que é termos emoções (dentre outras coisas, ela é uma expressão da Imago Dei), afinal, desde Isaac Asimov, quantas produções, sejam literárias ou das mídias áudio-visuais, se valem de roteiros onde robôs preferem ser mortais e emocionais do que seres eternos de metal?
Sentir é um benção única de Deus para nós, devemos agradecer todos os dias por sentir o perfume das coisas, enxergar as belezas criadas pelo Altíssimo, sentir o toque das pessoas amadas, o paladar de uma boa comida, ou sentir amor pela sua (eu) esposa/marido, sentir alegrias e tristezas da vida.sorrir, chorar, sentir fome, casanço e todas as outras emoções e sentimentos, Isto nos define como seres humanos: sentir racionalmente! Sofremos por sentir quando nossos sentimentos não estão alinhados com a Palavra de Deus, de forma controlada e direcionada, para a Glória de Deus.
O problema não está em sentir, mas no porque estamos sentindo, nossos sentimentos são inatos e muitas vezes consequências do contexto que nos cerca, e o que fazemos disto, vai determinar se cumprimos ou não o maior propósito de nossas vidas: viver para a Glória de Deus (I Co 10:31). Que levemos a sério nossos sentimentos, que eles possam estar rendidos as Escrituras, e eles nos tornem mais semelhantes a Cristo a cada dia, afinal, como diria o teólogo e filósofo James K. A. Smith, o Amor (o carro chefe das nossas emoções) é um hábito. Que seja um hábito para a Glória de Deus!
Por Nilson Pereira

segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

Devocional IPCarioca - 11/12/2017 Agradecendo a Deus pela vida dos outros (Colossenses 1:3-29)

Desde criança aprendemos que devemos agradecer a Deus pelas bençãos que Ele nos dá. Nascendo num lar cristão ou não, e entendemos, influenciados pelo individualismo que nos cerca, que somos especiais demais, que Deus deve agir diretamente em nosso favor sempre, não notamos que, um dos pilares do Evangelho é exatamente ter pessoas que Deus escolhe usar em nossas vidas, como seus representantes, e que também fomos chamados para ser repostas de oração ao Senhor na vida de outros.
Deus tem multiformes maneiras de agir em nosso favor, (desde que todas elas estejam calçadas nas Escrituras Sagradas, o modo que Deus escolheu se comunicar conosco), e uma das formas prioritárias do Senhor é usar uns aos outros, pecadores sendo justificados, na vida uns dos outros. Ele nos usa apesar de nós. Isto traz responsabilidade sim, mas deve trazer gratidão também, pois aqueles que servem são agraciados diretamente por Deus neste que é o mais importante dos trabalhos cristãos, junto com a adoração como estilo de vida.
No texto destacado, Paulo elabora um agradecimento a pessoas que marcaram sua vida na Igreja de Colossos, onde ele serviu e foi servido em Cristo Jesus. Ninguém vive uma vida cristão sozinho (nunca ninguém viveu, vive ou viverá) todos nós precisamos ser servidos, e precisamos servir (na medida que vamos amadurecendo em Jesus, cada vez mais). O Cistianismo é também o senso de Comunidade, o próprio Deus é Trino, e baseia tudo que existe no Relacionamento.
Que, como discípulos de Jesus, possamos ter o hábito de agradecer ao nosso Pai pela vida daqueles que Ele escolheu nos servir (servindo-nos literalmente, ou sendo servidos por nós, pois estes nos diginificam como cristãos), não apenas em nossas orações, mas também como estilo de vida, demonstrando as pessoas o quanto elas são importantes em nossas vidas, e o quanto elas contribuem para alcançarmos o maior objetivo da vida de um cristão, contido em Romanos 8:29: nos tornar semelhantes a Jesus!
Por Nilson Pereira

Devocional IPCarioca - 09/12/2017 Contando com Jesus sempre (Hebreus 4:14-16)

O Sumo Sacerdote no Antigo Testamento era aquele responsável por trazer os pedidos dos israelitas a Deus, interceder pelo povo e sacrificar os animais trazidos por eles em prol do perdão dos pecados. Em Cristo, no Novo Testamento, não precisamos mais de um homem exercendo este papel, pois o Deus encarnado sacrificou Sua vida para que Nele, o Sacerdócio Universal fosse exercido por todos nós que cremos Nele, através Dele. Hoje, temos livre acesso ao Altíssimo, não precisamos mais sacrificar vidas (pois a Dele foi sacrificada por nós) pelo perdão dos nossos pecados. Basta nos arrepender.
Jesus veio a Terra para reconciliar nosso relacionamento com Deus quebrado desde o Éden em Adão e Eva, sendo chamado pelo apóstolo Paulo de "o último Adão", Jesus veio restaurar tudo o que o primeiro Adão, o primeiro homem, quebrou com o pecado em nossas vidas. Porque então ainda temos dificuldades extremas de confiar em Jesus?
O primeiro ponto é que, mesmo nascendo de novo, a nossa velha natureza de pecado ainda habita em nós, tentado influenciar na nossa personalidade o tempo todo. O segundo ponto é que, por conta da queda e do pecado, ainda temos dificuldades de acreditar em Deus totalmente quando estamos em momentos de extrema dificuldade. Ainda não entendemos totalmente (racional, emocional e fisicamente) que TODAS AS COISAS vão sempre cooperar em favor dos que amam a Deus, mesmo as coisas terríveis que vivemos.
Ainda precisamos entender que Deus não é um atendente de self-service que a Teologia da Prosperidade prega, mas também não é o tirano governador do Universo que muitas doutrinas erradas apregoam por aí, Ele é um Deus amoroso, que cuida dos Seus filhos como promessa, em Mateus 6, Jesus deixa claro que mesmo nós que somos maus, nos esforçamos para dar o melhor aos nossos filhos, quanto mais Deus que é bom. E que Deus se preocupa com os mínimos detalhes das nossas vidas, até dos fios de cabelos que caem de nossas cabeças.
Como está no Evangelho de João, Deus sabe que sem Jesus nada podemos fazer, portanto, até as coisas que consideramos bobas nas nossas vidas, certamente Ele séc preocupa e cuida, nunca gerando homens e mulheres mimados, mas discípulos com o único objetivo de ser como Jesus em tudo até o fim.
A boa mão de Deus está sobre nós o tempo todo, não percebemos muitas vezes porque o nosso coração é mau e porque nossas perspectivas estão frequentemente erradas. Sempre queremos algo sem perceber que nem sempre é o que Deus tem para nós, e que a vontade Dele é sempre boa, perfeita e agradável, a nossa não, via de regra, é prazerosa, mas destrutiva, segura, porém, não nos faz crescer, rápida, contudo, egoísta.
Que possamos crer em Deus de verdade, não só da boca para fora, porque não fomos restaurados para ser joio, e sim trigo.
Por Nilson Pereira

Devocional IPCarioca - 08/12/2017 Servir a Deus é ser humano (Lucas 10:27)

A Teologia Bíblica nos ensina a enxergar o homem de uma forma saudável e coerente. Nos lava da má influência neoplatônica de enxergar as coisas de uma forma repartida. O ser humano foi criado como um ser uníssono. Somos seres que sentem racionalmente e raciocinam emocionalmente. Quando tentamos racionalizar ou sentimentalizar unicamente, fracassamos.
Devemos amar a Deus com todo o nosso entendimento, coração e forças (amar é pensar, sentir e agir, Lucas 10:27), e ao próximo como a nós mesmos. Devemos casar, conforme a Escritura, com quem nos atraia de uma vez, física, emocional, racionalmente (intelectual e espiritualmente), e por aí vai. A Ciência cognitiva prescreve o parâmetro bíblico comportamental quando diz que sentir e pensar mexem conosco de forma completa, não partida. E como diz James K. A. Smith, você é aquilo que ama, porque o amar teologicamente alinha as 3 vertentes humanas: pensar, sentir e agir, o que nos define em personalidade e existência.
É justamente pensar, sentir e agir que nos torna humanos. A beleza da vida é pensar, sentir e agir, porém, com a Queda, estas características, a saber, que mais nos tornam humanos, são também as mais afetadas. Precisamos rendê-las a Cristo e ser restauradas Nele também.
Infelizmente, muitos cristãos tentam ser mais espirituais do que o ser espiritual realmente quer dizer, pois ser espiritual é ser como Jesus no fim das contas, e precisamos entender que Jesus é o Deus que se encarnou como humano (o perfeito), e Nele, Deus sente, pensa e age. Nossos problemas não estão em pensar, sentir e agir, e sim em a quem servimos ao sentir, pensar e agir.
Por Nilson Pereira.

Verdadeiro Cristianismo:

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